Vice-presidente do Vitória avisa: 'Escudero vai ter que abrir mão de alguma coisa'
Foto: Glauber Guerra / Bahia Notícias
A renovação de Escudero começa a ganhar contornos de dramalhão de mexicano. Em mais um capítulo da “novela”, o vice-presidente do clube, Manoel Matos, garantiu que o clube trata como prioridade a prorrogação do vínculo. No entanto, o cartola avisou que o jogador terá que abrir mão de alguma coisa para bater o martelo.
“O Vitória vai fazer esforço para o Escudero continuar, e ele vai ter que abrir mão de alguma coisa para continuar. Eu não tenho condições de atender a proposta dele, assim como ele, no primeiro momento, não teve condições de atender a nossa proposta. Queremos? Todos queremos. O que precisa é acertar os detalhes. Temos a visão do torcedor. Nós entendemos que ele é o líder do time. Temos o maior interesse em continuar com ele. Agora, tem uma coisa muito maior no futebol que se chama o poder econômico. Eu não tenho poder econômico para enfrentar qualquer situação referente a Escudero. Ele está barato para o exterior e caro para o Brasil. Quero que vocês entendam que o Escudero é prioridade para o Vitória”, disse Matos, em entrevista coletiva realizada nesta sexta-feira (11), no Barradão.
O principal empecilho para a renovação é uma dívida do clube com José Luiz Galante, um dos empresários do jogador, que gira em torno de R$ 500 mil. O valor é referente à multa rescisória que precisou ser paga ao Boca Juniors em 2013 para o atleta acertar em definitivo com o Leão. Galante desembolsou a quantia ao clube argentino e alega não ter sido ressarcido. Manoel Matos reconheceu o débito, mas rebateu algumas declarações do agente.
“Em negociação, você não pode falar abertamente como o interlocutor do Escudero falou. E com inverdades, como as que estão saindo na imprensa. Existe a negociação? Existe. Existe débito do Vitória? Existe. Existe débito com o interlocutor? Existe. O empresário do Escudero se chama Dário, que participa das negociações, assim como o interlocutor dele [Galante]. Não vamos falar em números. Vamos falar que o Escudero quer continuar, o Vitória quer continuar”, esbravejou o dirigente Rubro-negro.
“O Vitória vai fazer esforço para o Escudero continuar, e ele vai ter que abrir mão de alguma coisa para continuar. Eu não tenho condições de atender a proposta dele, assim como ele, no primeiro momento, não teve condições de atender a nossa proposta. Queremos? Todos queremos. O que precisa é acertar os detalhes. Temos a visão do torcedor. Nós entendemos que ele é o líder do time. Temos o maior interesse em continuar com ele. Agora, tem uma coisa muito maior no futebol que se chama o poder econômico. Eu não tenho poder econômico para enfrentar qualquer situação referente a Escudero. Ele está barato para o exterior e caro para o Brasil. Quero que vocês entendam que o Escudero é prioridade para o Vitória”, disse Matos, em entrevista coletiva realizada nesta sexta-feira (11), no Barradão.
O principal empecilho para a renovação é uma dívida do clube com José Luiz Galante, um dos empresários do jogador, que gira em torno de R$ 500 mil. O valor é referente à multa rescisória que precisou ser paga ao Boca Juniors em 2013 para o atleta acertar em definitivo com o Leão. Galante desembolsou a quantia ao clube argentino e alega não ter sido ressarcido. Manoel Matos reconheceu o débito, mas rebateu algumas declarações do agente.
“Em negociação, você não pode falar abertamente como o interlocutor do Escudero falou. E com inverdades, como as que estão saindo na imprensa. Existe a negociação? Existe. Existe débito do Vitória? Existe. Existe débito com o interlocutor? Existe. O empresário do Escudero se chama Dário, que participa das negociações, assim como o interlocutor dele [Galante]. Não vamos falar em números. Vamos falar que o Escudero quer continuar, o Vitória quer continuar”, esbravejou o dirigente Rubro-negro.
