Técnico do Vitória afirma: 'O time não se encaixou'
Foto: Glauber Guerra / Bahia Notícias
O Vitória acumula insucessos neste ano. Perdeu o Campeonato Baiano para o arquirrival Bahia, foi eliminado precocemente da Copa do Brasil e Nordestão e chega à última rodada do Campeonato Brasileiro com a corda no pescoço. O time Rubro-Negro possui 38 pontos e ocupa a 17ª colocação. Para não ser rebaixado, precisa vencer o Santos neste domingo (7), no Barradão e ainda torcer por um tropeço do Palmeiras diante do Atlético-PR. Antes mesmo do término da temporada, o técnico Ney Franco fez uma análise. Para ele, o time não se encaixou.
“Os resultados não vieram. Não jogamos da forma como eu ou mesmo os jogadores queriam. Não desempenhamos um bom futebol no segundo turno como tínhamos programado. A única coisa que não faltou foi entrega. Foi o momento. A equipe não se encontrou em todos os aspectos. A equipe não se encaixou”, declarou.
Em 2013, o Vitória terminou na quinta colocação e chegou na última rodada com chances de ir para a Libertadores. Segundo o comandante Rubro-Negro faltou “química”.
“Não teve a mesma química do ano passado. É difícil falar porque não deu certo. A diretoria deu todo o apoio para desenvolver o trabalho. Aqui no Vitória, nunca teve isso de atraso de salário, de imagem. Temos um bom estádio para treinar e jogar. As coisas não aconteceram. Não encontramos essa química perfeita. O segundo turno foi ligeiramente melhor que no primeiro. Mas o primeiro nem conta. Fizemos 15 pontos no primeiro turno e 23 no segundo. Uma média muito aquém do que a gente esperava”, admitiu.
“Os resultados não vieram. Não jogamos da forma como eu ou mesmo os jogadores queriam. Não desempenhamos um bom futebol no segundo turno como tínhamos programado. A única coisa que não faltou foi entrega. Foi o momento. A equipe não se encontrou em todos os aspectos. A equipe não se encaixou”, declarou.
Em 2013, o Vitória terminou na quinta colocação e chegou na última rodada com chances de ir para a Libertadores. Segundo o comandante Rubro-Negro faltou “química”.
“Não teve a mesma química do ano passado. É difícil falar porque não deu certo. A diretoria deu todo o apoio para desenvolver o trabalho. Aqui no Vitória, nunca teve isso de atraso de salário, de imagem. Temos um bom estádio para treinar e jogar. As coisas não aconteceram. Não encontramos essa química perfeita. O segundo turno foi ligeiramente melhor que no primeiro. Mas o primeiro nem conta. Fizemos 15 pontos no primeiro turno e 23 no segundo. Uma média muito aquém do que a gente esperava”, admitiu.
