Marcinho condena uso de mala branca no futebol: 'Não sou favorável'
Foto: Glauber Guerra / Bahia Notícias
Em fase decisiva das competições, a “mala branca” é sempre muito comentada pelos atletas, imprensa e torcida. O termo é o incentivo financeiro que os clubes dão aos jogadores de outras agremiações para que vençam suas partidas. O zagueiro David Braz, do Santos, chegou a afirmar durante essa semana, que receberia esse incentivo para vencer o Vitória neste domingo (7), no Barradão. Para escapar da degola, o time Rubro-Negro precisa bater o Peixe e ainda torcer por um tropeço do Palmeiras contra o Atlético-PR. O meia Marcinho, do Leão, condena essa prática.
“Não sou favorável [a mala branca], pois como não iria entrar em campo para vencer qualquer equipe pensando em dinheiro e sim para defender minha equipe, a que me paga e que me dá condições de trabalhar. Isso de mala branca, se tem alguns clubes que usam, não sei e não me importa. O que importa é o Vitória que vem cumprindo com suas obrigações todos os meses com os jogadores. Nós temos que defender as cores do Vitória e deixar que as outras equipes que falem de mala branca ou recebam mala branca. Isso é problema deles”, declarou o jogador, em entrevista coletiva nesta quinta-feira (4).
O Vitória trava uma batalha judicial com o Atlético-PR por causa do lateral-direito Léo, que atualmente atua no Flamengo. O clube paranaense cobra R$ 1,5 milhão ao Leão. No entanto, Marcinho não acredita em vingança por parte do Furacão. Caso a equipe comandada por Claudinei seja derrota pelo Palmeiras, o Vitória será rebaixado.
“Acredito que eu como jogador profissional e ter jogado em grandes clubes como Cruzeiro, Atlético-MG, Flamengo e agora Vitória da Bahia, eu sendo profissional e defendendo uma camisa de tantas tradições, não ia entrar em campo para prejudicar qualquer outra equipe. Ia entrar para defender minha equipe, para defender as cores da minha casa, a tradição do meu clube e procurar vencer os jogos, independente se vai beneficiar ou prejudicar algum clube. Quando entro em campo, entro para vencer. Independente se vai ajudar o Bahia, se seja rival ou não seja. Entro é para vencer. Se beneficiar, isso é coisa do futebol”, comentou.
“Acredito que eu como jogador profissional e ter jogado em grandes clubes como Cruzeiro, Atlético-MG, Flamengo e agora Vitória da Bahia, eu sendo profissional e defendendo uma camisa de tantas tradições, não ia entrar em campo para prejudicar qualquer outra equipe. Ia entrar para defender minha equipe, para defender as cores da minha casa, a tradição do meu clube e procurar vencer os jogos, independente se vai beneficiar ou prejudicar algum clube. Quando entro em campo, entro para vencer. Independente se vai ajudar o Bahia, se seja rival ou não seja. Entro é para vencer. Se beneficiar, isso é coisa do futebol”, comentou.
