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Tinga fala sobre final da Libertadores

Por Leonardo Ferraz

Foto: Google

 

Para o jogador do Internacional, Tinga, jogar um mundial é a realização de um sonho. Em 2006, o volante foi negociado com o Borussia Dortmund, logo após a Libertadores. Sendo assim, não foi campeão com equipe meses depois. “É verdade, falei isso há uma semana, antes dos jogos. Foi um ato de fé que tive. Quando saí daqui, depois da Libertadores, sabia que tinha que ir. Foi por minha vida, minha família, mas sabia que, por justiça, teria que jogar um Mundial, por ter participado diretamente daquela campanha até lá. Deus não falha”, declarou.


Antes de ir para o Mundial, Tinga pode ser bicampeão da Libertadores pelo Inter. Mas ele está fora do primeiro jogo contra o Chivas. Nesta quinta-feira, o jogador voltou a receber o cartão vermelho em uma partida decisiva, como aconteceu no Brasileirão de 2005, contra o Corinthians, e na final da Libertadores de 2006, diante do São Paulo, logo depois de fazer o gol do título colorado. O jogador leva a situação com bom humor, mas lamenta a repetição das expulsões. “Voltei no tempo de novo. Na verdade, estou ficando experiente nisso. Tive uma situação contra o Corinthians, em que fui expulso injustamente. Depois, em 2006, tive a expulsão na final, e agora mais uma vez. É a terceira vez. Tem gente dizendo que tenho que ser expulso pelo menos uma vez, porque dá sorte. Mas sei o que representa. Se a gente tomasse mais um gol, a culpa poderia ser minha. O que me dá tranquilidade é que sempre foi injusto, talvez com a exceção de 2006, quando tirei a camisa. Desta vez, fiz uma falta no jogo todo e fui expulso. Tomara que seja sempre com final feliz”, afirmou o volante.