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Veja os ex-atletas eleitos e reeleitos nas Eleições 2026

Por Redação

Veja os ex-atletas eleitos e reeleitos nas Eleições 2026
Fotos: Divulgação

O legado construído no esporte não foi suficiente para garantir uma cadeira no Legislativo para a maioria dos ex-atletas que disputaram as Eleições 2026 no último domingo (4). Entre os principais nomes que entraram na corrida eleitoral, apenas Danrlei, Luiz Lima e Bobô conseguiram assegurar novos mandatos.

 

O cenário foi diferente para outras personalidades conhecidas do esporte. Ex-jogadores como Edmundo, Luís Fabiano, Washington Coração Valente e Marcelinho Carioca não conseguiram uma cadeira, enquanto a ex-jogadora de vôlei Leila Barros e o ex-técnico Vanderlei Luxemburgo também ficaram fora de seus respectivos pleitos.

 

DANRLEI MANTÉM VAGA NA CÂMARA
Ex-goleiro e um dos principais nomes da história do Grêmio, Danrlei foi reeleito deputado federal pelo Rio Grande do Sul. O ex-jogador recebeu mais de 105 mil votos e garantiu mais um mandato na Câmara dos Deputados.

 

Danrlei está na política desde 2011 e acumula sucessivas passagens pelo Legislativo. A nova eleição mantém o ex-goleiro como um dos representantes do esporte com maior longevidade na política nacional.

 

LUIZ LIMA TAMBÉM SEGUE NA CÂMARA
No Rio de Janeiro, o ex-nadador Luiz Lima também renovou seu mandato como deputado federal. Filiado ao Novo, ele recebeu 79.249 votos. Lima representou o Brasil em duas edições dos Jogos Olímpicos, em Atlanta-1996 e Sydney-2000, antes de iniciar sua carreira política.

 

 

BOBÔ GARANTE NOVO MANDATO NA BAHIA
Na Bahia, o destaque entre os ex-atletas foi Bobô. Ídolo do Bahia, Raimundo Nonato Tavares foi reeleito deputado estadual e seguirá na Assembleia Legislativa da Bahia a partir de 2027. O nome do ex-jogador aparece na lista dos 63 deputados estaduais eleitos no estado.

 

Bobô chegou à política depois de atuar na gestão esportiva da Bahia. Antes de assumir uma cadeira na Assembleia, foi diretor-geral da Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia (Sudesb).

 

A eleição de 2026 representa o quarto mandato consecutivo de Bobô como deputado estadual. Ele já havia sido eleito para o cargo em 2014, 2018 e 2022.

 

LEILA DO VÔLEI NÃO SE REELEGE
Entre os nomes de maior destaque fora do futebol, Leila Barros, medalhista olímpica no vôlei, não conseguiu renovar o mandato de senadora pelo Distrito Federal. A ex-atleta recebeu 686.340 votos, equivalentes a 21,25% dos votos válidos, mas terminou a disputa na terceira colocação. Michelle Bolsonaro e Bia Kicis ficaram com as duas vagas destinadas ao Distrito Federal.

 

 

CAMPEÕES OLÍMPICOS FICAM FORA
O resultado também foi negativo para outros nomes com forte ligação com o esporte olímpico. A campeã olímpica de judô Sarah Menezes disputou uma vaga de deputada federal pelo Piauí, mas não foi eleita. O mesmo aconteceu com Maurício Souza, campeão olímpico de vôlei em 2016, que tentou a reeleição para a Câmara por Minas Gerais.

 

FUTEBOL TEVE A MAIORIA DAS DERROTAS
A lista de ex-jogadores que não conseguiram mandato foi extensa. No Rio de Janeiro, Edmundo, ídolo de Vasco e Palmeiras, tentou uma vaga de deputado federal pelo PSDB, mas terminou fora. O ex-atacante recebeu cerca de 35,7 mil votos. Marcos Braz, ex-dirigente do Flamengo, também não conseguiu uma cadeira na Câmara.

 

Em São Paulo, Luís Fabiano ficou fora da Câmara. O ex-atacante recebeu pouco mais de 9,6 mil votos na disputa pelo cargo de deputado federal. Finazzi, Dinei e o ex-goleiro Sérgio, entre outros nomes ligados ao futebol, também não foram eleitos.

 

No Distrito Federal, Washington Coração Valente não conquistou vaga para deputado federal, enquanto Marcelinho Carioca ficou fora da Câmara Legislativa.

 

Na Bahia, além de Bobô, o ex-zagueiro Marcone Amaral disputou uma vaga de deputado estadual, mas não foi eleito. O ex-goleiro Jean Goleiro também concorreu à Assembleia Legislativa e ficou fora.

 

No Tocantins, o ex-técnico e ex-jogador Vanderlei Luxemburgo disputou uma das vagas ao Senado pelo Podemos. Ele recebeu 67.987 votos, equivalentes a 4,11%, mas não conseguiu se eleger. Luxemburgo, que já havia tentado uma candidatura ao Senado em 2022, ficou novamente fora do Legislativo.