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Guia da Série B do Baianão 2026: Saiba detalhes de cada um dos 10 participantes

Por Thiago Tolentino / Hugo Araújo / Bia Jesus / Carlos Matos / Sara Santos

Guia da Série B do Baianão 2026: Saiba detalhes de cada um dos 10 participantes
Foto: Montagem gerada por Inteligencia Artificial

Está dada a largada para a Série B do Campeonato Baiano de 2026. A competição terá início neste fim de semana, com jogos no sábado (2) e no domingo (3). Ao todo, dez equipes entre estreantes e tradicionais brigam por duas vagas na elite do futebol estadual.

 

A coluna de esportes do Bahia Notícias preparou o tradicional guia da segundona. Nesta temporada, destacam-se nomes como Thiago Galhardo, do Feira FC, e Tiago Recife, do Fluminense de Feira, além do fato de grande parte das equipes utilizar atletas da base como eixo de sustentação dos elencos.

 

EQUIPES
Disputam a competição: Barreiras, Camaçari, Feira FC, Fluminense de Feira, Grapiúna, Jacobina, Leônico, Redenção, SSA FC e Vitória da Conquista.

 

REGULAMENTO
Seguindo o regulamento, as dez equipes se enfrentam em turno único (nove rodadas) na fase classificatória. Os quatro melhores colocados avançam para as semifinais.

 

Nas semifinais, serão realizados jogos de ida e volta: o 1º colocado enfrenta o 4º, enquanto o 2º encara o 3º. As duas equipes que avançarem à final garantem automaticamente o acesso à primeira divisão de 2027. As finais também serão disputadas em sistema de ida e volta.

 

O último campeão, em 2025, foi o Bahia de Feira, que acabou rebaixado na elite nesta temporada e só poderá voltar a disputar a segunda divisão em 2027. Já o Galícia, que também subiu no ano passado, obteve sucesso em sua permanência na elite.

 

A Série B do Baianão 2026 terá transmissão oficial da TVE Bahia. Confira abaixo os jogos da 1ª rodada e o resumo de cada equipe da Série B do Baianão 2026:

 


Imagem gerada por Inteligência Artificial


BARREIRAS
Após 22 anos de ausência, o Extremo Oeste do estado volta a ter uma bandeira que te represente. Até 2004, era o Barreiras Esporte Clube, mas agora, em 2026, é tempo de Barreiras Futebol Clube. Um dos caçulas do futebol baiano é uma das forças que vão disputar a Série B do Campeonato Baiano. 

 

Logo de cara, a Segunda Divisão do Baiano será a primeira competição oficial que o Barreiras vai disputar. Fundado em outubro de 2025, o clube tem a missão de recolocar a cidade de Barreiras no mapa do futebol baiano, e de acordo com Armando Filho, executivo de futebol do clube, para concluir esse objetivo, é de suma importância conquistar o acesso para a elite do desporto estadual.

 

“O nosso principal objetivo é o acesso. Queremos recolocar a cidade no mapa do futebol baiano e o acesso é importante para isso. Nosso planejamento foi montado com a expectativa e com atletas com o perfil de brigar pelo acesso. Estamos investindo nesse sentido”, declarou.

 

Jogadores do Barreiras FC comemorando gol | Foto: Reprodução/Instagram (@barreirasfutebolclube)

 

A sinergia com os torcedores vai ser um dos maiores combustíveis para a briga pelo acesso, e juntamente com a volta do futebol profissional em Barreiras, revive o Estádio Municipal Geraldo Pereira, o Geraldão. 

 

A Federação Bahiana de Futebol (FBF) recebeu os laudos encaminhados da Vigilância Sanitária, Polícia Militar, CREA e o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) e com isso, foi confirmada na manhã da última quinta-feira (30), a liberação do estádio Geraldão, onde o Barreiras recebe o Camaçari, neste domingo (3), às 16h, em sua estreia.

 

Armando Filho afirmou que a diretoria tem expectativas altas para a estreia. O gestor destaca que a esperança é de receber um número alto de torcedores para a estreia oficial do Guará.

 

“Estamos confiantes em relação à estreia. Claro que respeitamos nosso adversário, mas uma equipe que quer subir para Série A precisa ganhar os jogos em casa. Temos a expectativa de casa cheia, então pedimos carga total de 3.000 mil ingressos”, comentou.


CAMAÇARI
Fundado em 1968 sob o nome de Fluminense Futebol Clube, em homenagem ao Tricolor das Laranjeiras, o atual Camaçari Futebol Clube é uma das camisas mais tradicionais da Região Metropolitana. Bicampeão da segunda divisão estadual (1991 e 1997), o clube que mostrou a sua identidade no início da década de 90, agora busca resgatar o protagonismo que um dia o levou à elite do futebol baiano.

 

Em entrevista ao Bahia Notícias, o presidente do Peixe Guarajuba, Alberto Lopes, afirmou que o clube está com foco total na segundona. “Estamos treinando forte, com o elenco todo pronto, esperando a primeira rodada. Nossa expectativa é mostrar o  resultado do nosso trabalho. Queremos jogar bem, trabalhando forte para alcançarmos uma vaga na Série A", explicou. Lopes finalizou afirmando que o time é de qualidade e está preparado para enfrentar as equipes que estão por vir. 

 


Foto: Reprodução/@camacarifcoficial

 

O Camaçari retorna à Série B após um hiato nas competições profissionais desde 2021. Atualmente, o clube atua com um projeto para fortalecer a identificação local. Para esta nova etapa, a diretoria montou um elenco de 30 jogadores, onde 22 deles são naturais do município. 

 

Pela rodada de estreia da Série B do Baianão, o clube entra em campo no domingo (3), às 16h, para enfrentar o Barreiras. A partida será realizada no Estádio Geraldo Pereira, em Barreiras, no oeste baiano.

 

FEIRA FC
Ao lado do Barreiras, o Feira Futebol Clube é mais um caçula no futebol baiano. Fundado em 2025 e registrado em 2026, o "hypado" clube de Feira de Santana surge, no papel, como um dos principais candidatos ao acesso à elite do Baianão.

 

O favoritismo se justifica pelos nomes estrelados que integram o início do projeto. O elenco conta com o atacante Thiago Galhardo, o goleiro Sidão e o freestyler Lucaneta, que terá sua primeira experiência no futebol de campo profissional aos 32 anos. 

 


Foto: Duda Borges / Feira FC

 

Para comandar o elenco, o Jacaré aposta em Edson Fabiano. O treinador esteve à frente do Galícia em 2025, sendo o responsável pelo acesso do clube, e também garantiu a permanência do Azulino na elite em 2026. Ele soma experiências treinando equipes de base do Bahia entre 2009 e 2016. 

 

Como trunfo, o Feira terá como mando de campo a Arena Cajueiro. O estádio, que pertence ao Bahia de Feira, está sob a gestão do Feira FC até 2027. A diretoria é composta pelo presidente Marcus Rios e pela vice-presidente Mayara Correia (ex-presidente do Bahia de Feira), além do empresário Neto Lima, que atua como embaixador do clube.

 

A estreia do Feira FC será contra o Vitória da Conquista, na Arena Cajueiro, neste sábado (2). Na sequência, a equipe encara o Camaçari, no Joia da Princesa.

 

FLUMINENSE DE FEIRA:
O Fluminense de Feira é mais um clube feirense a figurar entre os favoritos pelo acesso. Bicampeão baiano (1963 e 1969) e bicampeão da extinta Copa Governador do Estado da Bahia (2009 e 2015), o Touro do Sertão chega à disputa após duas temporadas frustradas na Série B desde a implementação da SAF.

 

Em 2024, o clube teve a melhor campanha da primeira fase, mas caiu nas semifinais para o Porto Sport Club. Em 2025, a aposta foi em nomes conhecidos, como Kieza e Rogério, mas o time não engatou. Apesar de outra boa campanha inicial, classificando-se em terceiro lugar, foi eliminado pelo rival Bahia de Feira nas semifinais.


Na atual temporada, o Flu utiliza sua categoria de base como eixo de sustentação, mas conta, acima de tudo, com nomes experientes. Tiago Recife, artilheiro do Baianão 2026, é a principal referência da equipe. Entre os reforços, destaca-se o goleiro Pedro Antônio, que também brilhou no estadual deste ano pelo Barcelona de Ilhéus. Jogadores experientes como Diego Bolt e William Mineiro completam a lista de destaques.

 


Foto: Gabriel Costa / Fluminense de Feira

 

Assim como o Feira FC, o Fluminense terá mando de campo fixo. A casa do tricolor será no Estádio Alberto Oliveira (Joia da Princesa). A SAF do clube venceu, em janeiro deste ano, o processo de concessão onerosa do equipamento realizado pela Prefeitura de Feira de Santana. O certame foi vencido pela empresa vinculada ao grupo Core 3, responsável pela gestão da SAF do Touro do Sertão.

 

A estreia do Touro será contra o Redenção, no Joia da Princesa, neste domingo (3). Na sequência, a equipe encara o Grapiúna, novamente em seus domínios.

 


GRAPIUNA
No futebol baiano desde 1996, ainda sob o nome Itabuna Atlético Clube em 1996, o Grapiúna carrega uma história de resiliência no sul da Bahia. Após conquistar o acesso logo no primeiro ano de vida e bater na trave em diversas ocasiões recentes, em 2026, o Bem-te-vi busca repetir o feito de 1997 e retornar à elite do futebol baiano.

 

Para esta temporada, o desafio do Grapiúna vai além das quatro linhas. Sem poder utilizar o Itabunão, que segue em reforma há três anos, a equipe precisou transferir toda a sua operação para Feira de Santana. O planejamento envolveu o alojamento de comissão técnica e atletas na Princesa do Sertão, utilizando as instalações do Fluminense de Feira para treinamentos e o estádio Joia da Princesa como sua casa temporária.

 

Em conversa com o BN, o presidente do clube, Álvaro Castro afirmou que a equipe chega para “abrilhantar a competição”. “As expectativas, como sempre, são as melhores possíveis. Nosso planejamento foi bastante dificultoso este ano por conta da gente ter que alojar toda a equipe em Feira de Santana [...] Viemos para abrilhantar a competição e trazer uma equipe que vai surpreender, apostando muito na participação da juventude”, destacou.

 


Foto: Reprodução/@grapiunaatleticoclube

 

Com quatro classificações para as semifinais nos últimos seis anos, a diretoria aposta na continuidade do trabalho e na adaptação rápida ao novo ambiente de treino para superar a ausência do mando de campo em seus domínios originais.

 

Pela primeira rodada da Série B do Baianão, o Grapiúna entra em campo no sábado (2), às 15h, para enfrentar o Jacobina. O confronto ocorre no Joia da Princesa, em Feira de Santana.

 

 

 

JACOBINA
Rebaixado na Série A do Campeonato Baiano em 2025, o Jacobina chega como um dos nomes fortes para conquistar o acesso para a elite e voltar rapidamente para o primeiro escalão do futebol baiano. Além de ter campanhas de vice-campeão em 2014 e 2023, o clube chega com uma reformulação geral, principalmente no elenco. Nesse momento, o Jegue da Chapada vive um ciclo de recomeço.

 

“Nós adotamos um critério de jogadores mais jovens, jogadores que estão com vontade de vencer. São jogadores que sonham em uma carreira de futebol profissional. Também subimos muitos jogadores aqui das categorias de base e  trouxemos alguns atletas também em parcerias. Queremos dar uma boa estrutura para que jovens atletas possam desempenhar bem. Hoje, não temos praticamente ninguém do elenco do ano passado e renovamos, porque enxergamos como um recomeço ”, explicou Rafael Damasceno, dirigente do Jacobina.

 

Rafael visualiza o título como uma “cereja do bolo” dentro de uma campanha ideal do Jacobina. Para ele, existem dois passos inegociáveis na expedição do Jegue da Chapada: classificar para as semifinais, e na sequência, avançar para a final, o que garantirá um acesso para a Série A. Ou seja, antes de pensar em celebrações com troféu, o foco total está em conseguir a promoção para a elite do futebol baiano.

 

“O primeiro passo é o acesso. O título, eu digo sempre que é ‘a cereja do bolo’, né? Porque já não faz tanta diferença quando você chega na final. Na verdade eu digo sempre que a semifinal é a final. Porque a final vira mais aquele jogo de festa. O título vira mais ‘a cereja do bolo’ para ter a moral de ser o campeão, mas o objetivo principal é o acesso para Série A”, definiu.

 

Jogadores do Jacobina comememorando gol | Foto: Geo Miranda/Jacobina EC

 

Mandante na primeira rodada, a equipe não vai jogar onde está acostumada, no Estádio Municipal José Rocha. Por não conseguirem deixar o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) pronto a tempo, o jogo entre Jacobina e Grapiúna, disputado no sábado (2), às 15h, teve de ser enviado para o Jóia da Princesa, em Feira de Santana.

 

“A nossa estreia seria em casa, mas o laudo do corpo de bombeiros não ficou pronto a tempo e a gente acabou tendo que mandar o primeiro jogo no Jóia da Princesa. Se nós jogássemos em casa, seria uma expectativa de casa cheia. Acredito que nos outros quatro jogos devemos jogar em casa, porque o laudo já foi providenciado e a gente sabe que o torcedor vai ser o nosso 12º jogador. É o torcedor que empurra aqui dentro do José Rocha e tem uma magia que faz o Jacobina crescer muito e conquistar grandes triunfos”, finalizou.


LEONICO
O Leônico inicia sua trajetória na Série B do Campeonato Baiano com foco na formação de atletas e objetivo de conquistar o acesso à elite estadual em 2027. Campeão baiano em 1966 e tricampeão do Torneio Início (1965, 1975 e 1978), o clube tenta retomar protagonismo no cenário local.

 

Apesar de ser sediado em Salvador, o Leão Grená mandará seus jogos em Senhor do Bonfim durante a competição.

 

Com perfil voltado ao desenvolvimento de jovens, o clube estruturou o elenco com atletas do projeto “Moleques Travessos”. A proposta, segundo a comissão técnica, prioriza a revelação de talentos como base do trabalho esportivo.

 

"Nosso primeiro objetivo é formar, revelar. Em seguida, com sequência do trabalho, buscar o acesso. Mas, primeiro a gente busca performar para revelar os atletas", afirmou o técnico Tiago Longo.

 

Na fase final de preparação, o Leônico enfrentou a equipe reserva do Esporte Clube Bahia em jogo-treino realizado no CT Evaristo de Macedo e foi superado por 6 a 0.

 

A estreia na Série B será diante do SSA FC, pela primeira rodada da competição.

 


Foto: Letícia Martins / EC Bahia.

 

REDENÇÃO
O Redenção voltará a disputar uma competição oficial após 30 anos de inatividade. Fundado em 1945, o retorno acontece na Série B do Campeonato Baiano de 2026, com o objetivo de conquistar o quarto título da divisão e garantir o acesso à elite estadual.

 

Conhecido como Alvinegro Abnegado, o clube já venceu a Série B em três oportunidades e tenta retomar espaço no futebol baiano com um elenco montado a partir da combinação entre jovens promessas e atletas mais experientes.

 

"Jogadores muito promissores, aliados com alguns com vasta experiência para dar sustentabilidade a garotada. A gente tem a esperança de fazer um grande campeonato", afirmou o técnico Jaime Braga.

 

A diretoria também reforça a expectativa positiva para a competição. "A expectativa é que a gente consiga chegar forte, dar trabalho a muitos clubes, mas, a gente acredita que, com esse elenco, escolhido por nós, vai fazer uma diferença legal sim", destacou Leandro Nilo.

 

A estreia do Redenção será diante do Fluminense de Feira, no domingo (3), pela primeira rodada da Série B.

 

SSA FC 

Fundado em 2021, o SSA Futebol Clube disputa a sua terceira Série B do Baianão consecutiva, após estrear na competição em 2024. No ano passado, a equipe terminou na sétima colocação, com duas vitórias, quatro empates e três derrotas em nove jogos. Em 2026, a estreia será contra o Jaconina, na Arena Cajueiro, em Feira de Santana, onde o time mandará seus jogos.

 

Em conversa com o Bahia Notícias, o presidente do clube, Luciano Cortizo, demonstrou grandes expectativas para a campanha, projetando primeiro a classificação e, depois, o título.

 

"Estamos trabalhando há 40 dias, com a preparação dentro do que foi planejado, e o nosso foco é claro: o acesso. Não entramos na competição apenas para participar. O primeiro objetivo é subir, e depois pensar no título", comentou o dirigente.

 

Treinado por Fernando Almeida, o SSA FC é mais uma equipe que aposta na formação e na prospecção de atletas, além de contar com peças experientes, como o atacante Ruan Levine, revelado pelo Vitória e com passagens por equipes como Jacuipense e Figueirense. Luciano revelou ao BN que, em cinco anos, o clube já realizou mais de 90 transferências, sendo oito internacionais.

 

"São atletas preparados para atuar, que não chegam apenas para compor elenco. Vale destacar que, no primeiro ano no profissional, o clube revelou Gabriel Dentinho, que após a competição se transferiu para o Cruzeiro. Na segunda temporada, surgiram Tevez e Moscoso. Tevez hoje atua na Hungria, no principal clube do país, enquanto Moscoso embarca na próxima semana para defender o maior clube do Uruguai", explicou Luciano.

 

VITÓRIA DA CONQUISTA

Presença frequente na Série A do Baianão em um passado recente, com direito à final disputada em 2015, o Esporte Clube Primeiro Passo Vitória da Conquista não joga a elite estadual desde 2022, quando foi rebaixado após 15 temporadas consecutivas na primeira divisão.

 

Em processo de reconstrução, o Bode terminou a Série B de 2025 na sexta colocação e aposta na juventude como caminho para retomar os bons momentos. Sob o comando do técnico André Borges, a equipe estreia neste sábado (2), às 19h, contra o Feira, na Arena Cajueiro, em Feira de Santana. Na sequência, encara o Leônico, já como mandante no Waldomiro Borges, em Jequié.

 

Em entrevista ao Bahia Notícias, o presidente Ederlaine Amorim detalhou o momento do clube, marcado por reestruturação e mudança de estratégia. Segundo ele, a aposta na descoberta de jovens talentos tem sido o principal caminho, em meio à perda de apoio e à redução de receitas após o rebaixamento.

 

"O clube sentiu o impacto do rebaixamento na estrutura e nas finanças, com redução de recursos e de apoio público. Hoje temos um suporte pontual da iniciativa privada, mas ainda estamos distantes dos principais concorrentes. O caminho tem sido apostar na descoberta de novos jogadores, mesmo diante das dificuldades. Esse é o cenário: menos apoio, receitas reduzidas e um futebol cada vez mais competitivo, enquanto buscamos não ficar à margem desse crescimento", disse Ederlaine.

 

Reeleito em 2024, com mandato até 2029, o dirigente definiu a equipe como uma "franca atiradora", formada por um elenco jovem e com talentos a serem lapidados.

 

"Somos francos atiradores, mas temos fé no nosso trabalho. Acreditamos que, com dedicação e confiança, podemos superar qualquer obstáculo e buscar o acesso. O objetivo é resgatar a base, renovar o elenco e competir com um time mais jovem, com poucos jogadores experientes e muitos talentos a serem lapidados, que podem gerar retorno esportivo e financeiro no futuro", explicou o presidente alviverde.