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Ex-patrocinador master do Bahia, Esportes da Sorte prevê R$ 150 milhões ao Corinthians em renovação, diz portal

Por Redação

Ex-patrocinador master do Bahia, Esportes da Sorte prevê R$ 150 milhões ao Corinthians em renovação, diz portal
Foto: José Manuel Idalgo / Corinthians

O Corinthians está perto de oficializar um novo contrato de patrocínio máster com a Esportes da Sorte que elevará de forma significativa as receitas do clube. Pelo acordo renovado, o Timão terá garantidos ao menos R$ 150 milhões por ano, valor que pode chegar a R$ 200 milhões dependendo de metas e variáveis previstas no contrato. A informação foi veículada nesta terça-feira (13), pelo ge.globo.

 

A quantia assegurada — que inclui valores fixos e entregas consideradas certas — supera com folga os R$ 103 milhões anuais pagos no vínculo anterior entre o clube e a casa de apostas. O novo contrato terá validade até 2029 e começará a vigorar ainda neste mês.

 

Somados os três anos iniciais, o montante chega a R$ 309 milhões. No acordo anterior, R$ 57 milhões estavam diretamente vinculados ao atacante Memphis Depay, sendo R$ 36 milhões destinados a salários e R$ 21 milhões referentes a luvas. Desta vez, não haverá verba carimbada para jogadores específicos, o que dará maior liberdade à diretoria corintiana para definir a destinação dos recursos.

 

O novo contrato também prevê a possibilidade de outras empresas assumirem o patrocínio máster nas modalidades de basquete, vôlei, futsal e futebol feminino. Caso surjam interessados, a Esportes da Sorte deixará o espaço principal e passará a ocupar outra área do uniforme.

 

Além do valor mínimo garantido, o Corinthians poderá receber ou utilizar recursos adicionais por meio de verbas de marketing, bônus por conquistas em competições masculinas e femininas, projetos enquadrados em leis de incentivo e ações de licenciamento. No caso do marketing, por exemplo, parte dos valores poderá ser aplicada em comum acordo com a patrocinadora, reduzindo despesas diretas do clube.

 

Internamente, a avaliação é de que, a depender do desempenho esportivo ao longo da temporada, o patrocínio máster possa atingir a marca de R$ 200 milhões anuais. A assinatura do contrato é aguardada para os próximos dias, e as partes estão na fase final de troca de minutas para ajuste dos últimos detalhes.

 

Paralelamente ao acordo máster, o Corinthians também renovou outros dois patrocínios de camisa. A Ezze Seguros teve o vínculo estendido até 30 de junho de 2026, enquanto a Frimeza, do setor alimentício, permanece como parceira até 31 de dezembro de 2026. Os valores desses contratos não foram divulgados.

 

Com as renovações, o orçamento projetado para 2026 prevê uma arrecadação anual de R$ 255 milhões em patrocínios, o que representa um crescimento de 47% em relação a 2025.

 

PATROCÍNIO COM O BAHIA
Antes de avançar na renovação com o Corinthians, a Esportes da Sorte enfrentou um cenário de incertezas no futebol brasileiro. O Bahia, que foi patrocinado pela empresa em 2023, anunciou a rescisão amigável do contrato, encerrado oficialmente em 2025. Em nota, o clube informou que a finalização do vínculo ocorreu de forma “amigável” e destacou que segue em busca de novas oportunidades no mercado.

 

A decisão do Tricolor aconteceu em meio a um imbróglio judicial envolvendo a casa de apostas. A Esportes da Sorte, que também patrocina clubes como Corinthians e Grêmio, chegou a ficar impedida de atuar nacionalmente após uma decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF).

 

Na ocasião, Mendonça proibiu a “exploração das atividades de loterias e jogos eletrônicos fora do território estadual do Rio de Janeiro”, além do “credenciamento de empresas para atuarem em outras localidades”. A empresa operava em todo o país por meio de uma licença concedida pela Loterj (Loteria do Estado do Rio de Janeiro) e foi diretamente afetada pela decisão.

 

Posteriormente, a Esportes da Sorte obteve uma liminar que voltou a autorizar sua atuação em âmbito nacional. A medida será cumprida, por ora, pela Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda. No entanto, a Advocacia-Geral da União informou à ESPN que pretende trabalhar para cassar a liminar, mantendo o tema em aberto no cenário jurídico.