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Bahia para no Fortaleza e na trave

Por Éder Ferrari

Fotos: Edson Ruiz/Footpress


Jael até deixou o seu, mas parou duas vezes na trave

 

A noite desta sexta-feira (6) prometia ser de alegria e alívio para a torcida do Bahia, mas, mais uma vez, o time decepcionou, apesar de ter colocado quatro bolas na trave, e apenas empatou por 2x2 com o praticamente rebaixado Fortaleza, em Pituaçu, com recorde de público no ano, 31.146. O que não faltou no primeiro tempo foram emoções. Enquanto o Bahia tinha o domínio da posse de bola do meio pra frente, o meio de campo e a defesa deixavam um buraco na entrada da área, que sempre era aproveitado pelos rápidos Rogerinho e Elton. O tricolor baiano acertou duas vezes o travessão do goleiro Douglas, em duas cobranças de falta da entrada da área de Alex Maranhão e Jael, respectivamente. Porém, quem abriu o marcador foi o time cearense. Aproveitando a cochilada do meio de campo defensivo do Bahia, Rogerinho avançou livre e deixou Luís Carlos na cara de Marcelo. O atacante, aos 7, com categoria e calma, tocou na saída do goleiro. Com o placar adverso, o time de Paulo Bonamigo foi para o abafa e conseguiu o empate. Aos 24, contra-ataque em velocidade, Alex Maranhão cruzou para a entrada de Nadson na área pela direita, o atacante cabeceou torto, mas a bola sobrou limpa para Jael empurrar, de cabeça, para o fundo das redes. Até o final da primeira etapa, o jogo ficou lá e cá, com Nadson desperdiçando as melhores chances do Bahia, e a zaga enlouquecida com o rápido ataque cearense, que criaram, pelo menos, duas grandes oportunidades, com Elton e Luís Carlos, evitadas por Marcelo.


Nicácio e Luís Carlos infernizaram a defesa do Bahia

Na volta para o segundo tempo o ritmo foi outro. Lento, o Bahia não conseguia mais se articular no meio de campo e errava muitos passes. O Fortaleza aproveitou. Logo aos 7, Rogerinho arrancou pelo meio, deixou a zaga perdida com um drible de corpo e rolou para Marcelo Nicácio, livre, invadir a área e chutar forte, cruzado, sem chances para Marcelo. O time de Bonamigo ficou perdido e o treinador resolveu colocar Juliano no lugar do desligado Léo Medeiros. A equipe melhorou um pouco e retomou o domínio total da partida com a expulsão do zagueiro Everaldo, que derrubou Ananias por trás. Com a vantagem numérica, o time foi pro abafa e logo chegou ao empate. Aos 28, Juliano tabelou com Jael na entrada da área pela esquerda, recebeu e chutou forte, cruzado, sem chances para Douglas. A partir daí, a pressão foi grande e as chances apareceram, mas faltava um pouco mais de sorte. Novamente em duas oportunidades o Bahia acertou a trave do Fortaleza, uma vez em voleio de Marcone e outra em cabeçada de Jael. Já nos acréscimos, Luís Carlos agrediu Marcos, que estava caído, com um chute e foi expulso. O Bahia ainda teve uma última chance em cobrança de falta de Alex Maranhão, mas a zaga cortou. O tricolor agora vai ter que torcer para que o América de Natal não vença o Vila Nova neste sábado (7), para não retornar a zona do rebaixamento.