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Tite blinda Emerson após expulsão e critica escalação de árbitro colombiano
Foto: Lucas Figueiredo / CBF

O técnico Tite admitiu que a expulsão do lateral-direito Emerson Royal prejudicou a Seleção Brasileira no empate em 1 a 1 com o Equador, na noite desta quinta-feira (27), no Estádio Rodrigo Paz Delgado, pela 15ª rodada das eliminatórias da Copa do Mundo de 2022. Porém, o treinador poupou o atleta de críticas.

 

"Prejudica sim (naquele momento) toda engrenagem que a gente buscava. Mas falei com o Emerson no vestiário. Existem situações de aprendizado. A gente comete alguns erros com impetuosidade e a própria maturidade vai dar. Ele errou, sabe. Ele não tem técnico que corta na cabeça e entrega na bandeja, não. Ele vai continuar, vai aprender, porque é assim que nós trabalhamos. Em relação ao Coutinho, há um lado técnico e há um lado humano. Ela não dissocia isso. Pedi desculpa a ele. Ele poderia jogar 90 minutos, e estava programado para jogar 70 minutos", disse na entrevista coletiva.

 

O comandante do time Canarinho também falou da arbitragem. Ele criticou a escalação do árbitro colombiano Wilmar Roldán para apitar a partida. O treinador citou o fato da Colômbia disputar uma vaga na Copa do Mundo com o Equador. Neste momento, os equatorianos ocupam a terceira colocação com 24 pontos, enquanto os colombianos aparecem em quinto com 17.

 

"Se você está jogando Eliminatórias em que o primeiro é Brasil, segundo Argentina, terceiro Equador e quarto é Colômbia. Ele é muito bom árbitro, mas hoje esteve mal. Não dá para vir um (árbitro natural do país do) quarto colocado para apitar um jogo do terceiro colocado. Falta um pouco de sensibilidade, por uma questão humana. É muita pressão. Dá para a gente interpretar isso. Bota uma pressão desnecessária. Ele é bom, mas o ambiente é muita pressão, um estresse a milhão", afirmou.

 

Sobre a atuação do Brasil, Tite lamentou o empate. Para ele, o selecionado verde-amarelo não aproveitou as chances criadas, mas voltou a ressaltar a atuação da equipe de arbitragem.

 

"Teve um reajuste de organização. Demorou para assentar. Nos diferentes jogos dentro do próprio jogo, esteve mais perto de vencer. Se tivesse efetividade, sairia com a vitória. Isso que fico lamentando. Tinha que traduzir essas oportunidades em gol. Bola parada é uma marca forte, e time muito vertical, não é à toa que é segundo melhor ataque da competição, atrás só do Brasil. Para o espetáculo, a arbitragem prejudicou. Esteve em um dia infeliz", analisou.

 

Já classificado para a Copa, o Brasil segue líder da tabela com 36 pontos, mas viu a diferença para a segunda colocada Argentina cair para quatro pontos. Na próxima terça (1º), às 21h30, o time Canarinho volta ao gramado para encarar o Paraguai, no Mineirão, pela 16ª rodada.

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