Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias Holofote
Você está em:
/
/
Esporte

Notícia

Após maus-tratos, ONG pede ao COI retirada de esportes equestres das Olimpíadas

Após maus-tratos, ONG pede ao COI retirada de esportes equestres das Olimpíadas
Foto: Julio Cesar Guimarães / COB

Os esportes equestes estão sendo alvo de críticas. Após a alemã Annika Schleu, do pentatlo moderno, chicotear o cavalo Saint Boy durante os Jogos Olímpicos de Tóquio, após ele se recusar a saltar um obstáculo, a ONG "Pessoas pelo tratamento ético de animais" solicitou ao Comitê Olímpico Internacional (COI) que essas modalidades fossem retiradas das próximas Olimpíadas.

 

Além de Annika, a treinadora da atleta, Kim Raisner, foi flagrada socando Saint Boy após a competição, sendo desqualificada das competições.

 

"O mundo ficou chocado quando a competidora alemã, visivelmente irritada, Annika Schleu, foi filmada esporando e chicoteando o cavalo Saint Boy depois de ele se recusar a entrar no percurso. A treinadora de Schelu, Kim Raisner, foi então flagrada agredindo o cavalo. Ela foi corretamente expulsa das Olimpíadas, mas multas e suspensão não são o suficiente para proteger os cavalos de treinadores que cometam agressões similares", diz a carta da PETA ao presidente do COI, Thomas Bach.

 

Houve também o caso do cavalo Jet Set, do suíço Robin Godel, que foi sacrificado após se lesionar durante a competição do cross-country. Além disso, o irlandês Cian O'Connor, durante uma volta, forçou seu cavalo, Kilkenny, a seguir o percurso quando estava sangrando pelo nariz.

 

"Os Jogos Olímpicos são notórios por atletas humanos, não pela habilidade de aterrorizar e machucar cavalos que não escolheram competir e ao mesmo tempo fazem todo o trabalho, algumas vezes custando suas vidas", pontuou Ingrid Newkirk, presidente do PETA.