Chefe da Mercedes recusa vacina da Covid-19 oferecida à F1 para não 'furar fila'
Aos 49 anos, Toto Wolff preferiu recusar a vacina contra a Covid-19 oferecida pelo governo do Bahrein para os membros das equipes de Fórmula 1, que vão iniciar a temporada no principal autódromo do país. O chefe da Mercedes declarou que irá esperar chegar a sua vez se ser vacinado, sem usar a vantagem de integrar a F1.
"Na Inglaterra, temos relativamente uma boa campanha de vacinação, e muitas pessoas da equipe já foram vacinadas por que era a vez delas", declarou Wolff em entrevista à televisão austríaca ORF, se referindo a optar por aguardar que a sua idade chegue na faixa etária de vacinação no país onde reside.
“Acho que, desde que você não fure a fila, é bom. E é por isso que tomei a decisão de esperar quando minha vez chegar", explicou o chefe da escuderia sobre não ter optado por se imunizar com a vacina oferecida pelo governo do Bahrein.
O país ofereceu as duas doses do imunizante fabricado pela Pfizer para a F1. Com isso, funcionários de todas as equipes poderiam ser vacinados voluntariamente na pré-temporada com a primeira dose e ao fim deste mês com a segunda.
"Alguns funcionários da Fórmula 1 tomaram, outros não. Eu fui infectado pela Covid-19 e decidi esperar para quando for minha vez", finalizou Wolff, que foi diagnosticado com a doença em janeiro. Apesar de valorizar a oferta do Bahrein, o chefe da Mercedes defendeu que é uma escolha individual e pessoal aceitar ou não a vacina.
Os pilotos Carlos Sainz, Max Verstappen e Sergio Pérez, este último que já foi contaminado pelo vírus, declaram ter tomado a primeira dose.
A temporada da Fórmula 1 será iniciada no próximo domingo (28).
