Classificação olímpica da natação é estendida até junho de 2021
A pandemia global do coronavírus paralisou o calendário mundial dos esportes, adiando principalmente os Jogos Olímpicos de Tóquio para o ano que vem. Muitas modalidades ainda não estavam com suas classificações definidas para o maior evento esportivo, dentre elas, a natação. Nesta terça-feira (8), a Federação Internacional de Natação (Fina) prorrogou o prazo para a obtenção dos índices e garantir vaga na capital japonesa até o dia 27 de junho de 2021. Já para as provas de revezamento, a janela irá até o dia 31 de maio.
As marcas obtidas em competições oficiais começaram a valer no dia 1º de março de 2019. Quem já atingiu o índice A já está com o passaporte carimbado para o Japão, respeitando o limite de dois nadadores por país em cada prova. No entanto, algumas nações preferem definir seus representantes nas suas seletivas nacionais, como é o caso dos Estados Unidos, Austrália e o próprio Brasil. Recentemente a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) cancelou seu torneio que aconteceria entre 21 e 27 de junho no Parque Aquático Maria Lenk, no Rio de Janeiro.
A Fina também definiu que países que não conseguiram alcançar o índice A com os seus atletas, terão direito a duas vagas, uma de cada sexo, para os Jogos de Tóquio, pelo critério de universalidade. O único pré-requisito para que tais atletas estejam na Olimpíada, é que os mesmos tenham participado do Mundial de Gwangju, na Coreia do Sul, em 2019.
Até o momento, o Brasil já tem 20 atletas classificados para Tóquio. Porém, segundo os critérios da CBDA, todos terão de passar pela seletiva no ano que vem, cuja data ainda será definida. No entanto, as equipes de revezamento no 4x100m livre masculino, no 4x200m livre masculino e no 4x100 medley, já estão garantidos no Japão, devido ao índice A alcançados no Mundial de Gwangju.
