Presidente Ricardo Lima faz uma avaliação do primeiro Baianão sob sua gestão na FBF
Por Ulisses Gama / Leandro Aragão
Empossado como presidente da Federação Bahiana de Futebol (FBF) em janeiro deste ano, Ricardo Lima falou sobre a primeira final de Campeonato Baiano sob sua gestão. Neste domingo (21), às 16h, Bahia e Bahia de Feira decidem o título estadual na Arena Fonte Nova. Quem vencer a partida conquista o título de campeão e o empate leva a decisão para os pênaltis. O novo mandatário do futebol do estado exaltou a disputa que até então tem sido acirrada desde a primeira fase.
"A expectativa é grande. A gente fica feliz. Sabemos que vamos ter a casa cheia. Foram jogos marcantes, observe que a fase de classificação foi definida toda no último jogo. Isso mostra a competitividade do campeonato e a gente aguarda que seja vencedor aquele que realmente merecer dentro de campo", avaliou em entrevista ao Bahia Notícias.
A novidade na competição deste ano é o uso do árbitro de vídeo (VAR, na sigla em inglês), nos dois jogos da final do Baianão.
"A gente não pode ficar de fora. É uma tecnologia que chega para ficar, é algo inovador, então, precisamos estar sempre na vanguarda e o Campeonato Baiano não poderia ficar de fora num momento tão especial como é hoje o aprimoramento e a homologação em todo o Brasil dos árbitros de vídeo já para o Brasileiro. Acredito que a gente saia na frente e mostre com isso o perfil inovador e arrojado que precisamos ter para mudar todo o cenário do futebol baiano", comentou.
Ricardo Lima ainda falou das suas impressões do Baianão e o principal ponto que ele pretende melhorar para as próximas edições é a atratividade do torcedor. Segundo ele, o público não tem comparecido aos estádios em número satisfatório.
"Nós temos observado que todos os campeonatos tem tido uma queda público nos seus estádios. Então, acho que esse é o principal ponto que precisamos equacionar. Porém esse não é só um trabalho somente da Federação. É um trabalho em conjunto, tanto da imprensa quanto dos clubes, pois cada um tem sua realidade. E a gente, como gestores da competição, cabe encontrar e formatar uma solução para que a gente possa atraindo cada vez mais esse público, que ficou disperso, para dentro dos estádios", pontuou.
