Após revés na Série D, presidente do Vitória da Conquista reclama da arbitragem
Por Ulisses Gama
Eram decorridos 51 minutos de jogo quando o Itabaiana balançou a rede com Eduardo e venceu o Vitória da Conquista por 2 a 1 no último domingo (29), no estádio Etelvino Mendonça, em Itabaiana. O revés do alviverde não foi bem visto pelo presidente do clube, Ederlane Amorim, que relatou ao Bahia Notícias que o gol marcado foi além do tempo de acréscimo dado pelo árbitro Gabriel Murta Barbosa Maciel, de Minas Gerais.
"Quando tinha 45 minutos, o regra três levantou cinco minutos de desconto e houve uma falta lateral. Tiramos para escanteio e já teria acabado o jogo. Quando bateram o escanteio tinham 51 minutos e 27 segundos. Passou do tempo que ele tinha detemrinado. O gol foi legal, mas o problema foi o tempo que tinha passado. Ele colocou na súmula que o gol foi aos 50 minutos. Foi uma insatisfação generalizada. Não justifica, mas todos foram tomar satisfações com o árbitro. É complicado. Um jogo equilibrado e ele poderia acabar o jogo no momento da falta. Ele esperou o escanteio. Revoltante, mas nada que desabone a vitória do Itabaiana. No tempo ele nos prejudicou. Foi um balde de água fria", lamentou o mandatário.
Segundo o dirigente, o Bode do sertão ainda sonha com a classificação para a próxima fase. Para isso, será necessário três triunfos seguidos nos jogos contra o Santa Rita e Itabaiana.
"O nosso objetivo foi traçado na viagem de volta para continuar. Temos que fazer nove pontos nos próximos três jogos e não pode ser diferente. Vamos torcer por dois empates ou duas vitórias do Treze nos próximos dois jogos. Vamos tentar jogar por uma classificação. Estávamos fazendo as contas com os dois pontos, mas agora ficamos atrás por uma irresponsabilidade. O árbitro foi muito confuso. Se tem tantos problemas na Série A, imagine na Série D? Eles foram omissos e isso acaba tumultuando o ambiente. Não justifica", indicou.

