F1: ‘Não estamos correndo, mas sobrevivendo’, diz piloto da Williams
A nova temporada da F1 nem bem começou e a paciência do piloto Lance Stroll já acabou. No primeiro GP do ano, na Austrália, o canadense chegou em 14ª, de 15 competidores, depois de ter largado na 13ª posição. O piloto teve sérias dificuldades para levar o já limitado carro da Williams. O slogan adotado pela equipe nos últimos anos nas redes sociais e campanhas publicitárias se chama #weareracing (“estamos correndo”, em inglês), mas para Stroll isso não está acontecendo.
“Não estamos correndo no momento, mas sobrevivendo. Na primeira volta tivemos um problema no modo (de funcionamento), por alguma razão estava no modo errado, então não tinha desenvolvimento. Simplesmente dei uma posição a Esteban Ocon, com uma perda massiva. Isso nos colocou no fim do pelotão na primeira volta. Dali em diante sofremos com o ritmo. O carro não estava cooperando do jeito que eu queria, o balanço estava totalmente fora de lugar”, lamentou, segundo o GloboEsporte.com.
O companheiro de equipe, Sergey Sirotkin abandonou depois de um pedaço de plástico jogado na pista que causou um superaquecimento no freio. Nos primeiros treinos livres, Stroll não conseguiu completar a segunda prática devido a problemas com a temperatura do carro. “Tivemos problemas a corrida toda, controlando as temperaturas. Então tive de tirar o pé, nunca pude correr com o carro. Sempre estava tentando sobreviver, tirando o pé e rolando, e levando o carro ao fim da corrida. Isso nos custou muito tempo na corrida. Não tive o máximo de modo que eu teria por causa do que aconteceu na sexta com o problema de superaquecimento. O fim de semana todo esperávamos problemas indo para a corrida. Sabíamos que haveria muitos problemas. Realisticamente é difícil apontar um problema. Há muitas coisas a serem acertadas”, concluiu.
