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No Atlântico, Ricardo Silva valoriza história no Vitória e relembra vice da Copa do Brasil

Por Matheus Caldas

No Atlântico, Ricardo Silva valoriza história no Vitória e relembra vice da Copa do Brasil
Foto: Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias

A história do Vitória em decisões de títulos nacionais pode ser contada nos dedos. E, num deles, está a final do Brasil de 2010, cujo comando era do técnico Ricardo Silva, na final perdida para o Santos de Neymar, Robinho, Ganso e André. Embora tenha chegado próximo da glória nacional inédita para o clube baiano, o técnico de 58 anos pouco usufruiu deste feito ímpar na história rubro-negra. Atualmente comandando o Atlântico no Campeonato Baiano, ele valoriza o segundo lugar no torneio nacional e diz que qualquer treinador que chegue ao Leão terá que suar para igualar seus números. “Qualquer treinador que chegue no Vitória e for campeão baiano, eu fui, do Nordeste, eu fui, se for vice da Copa do brasil, eu fui. Só vai me passar se for campeão da Copa do Brasil. Então, eu sou muito feliz”, brinca, em entrevista ao Bahia Notícias. Mesmo ostentando um aproveitamento de 59% à frente da agremiação, ele também se considera pouco lembrado quando o clube precisa de um técnico novo.  “Mas eu nunca vi nessas enquetes colocarem meu nome. Nunca vi meu nome numa enquete para dirigir o time de novo. Eu nunca tive empresário. Eu só pensava no Vitória”, desabafa. Como comandante rubro-negro, Ricardo Silva venceu 48 vezes, empatou 19 e perdeu outras 25. Além de ser derrotado apenas quatro vezes dentro do Barradão, ele nunca sofreu um revés dentro do estádio pela Copa do Brasil. Ele também é o técnico que mais dirigiu o Vitória dentro da competição, com 18 partidas. Com o Atlântico, ele projeta a semifinal do Baianão e comemora a possibilidade de ter feito uma pré-temporada mais extensa no Tubarão. Leia a entrevista completa na coluna Esportes!