Mesmo eliminados, jogadores da seleção do Chile vão embolsar cerca de US$ 10 milhões
Apesar de não conseguir a vaga para a Copa do Mundo de 2018, integrantes da seleção do Chile vão receber cerca de US$ 10 milhões por ter disputado as Eliminatórias da América do Sul. A informação foi divulgada pela versão chilena do jornal AS, nesta quarta-feira (11), que teve acesso a documentos de um acordo firmado em 2015, durante a gestão do ex-presidente da Associação Nacional de Futebol Profissional do Chile, Sergio Jadue. Ele dirigiu a ANFP entre os anos de 2011 e 2016.
O acordo previa o pagamento de US$ 13.200 por jogo, independente do resultado. Ao longo do tempo, foi acumulado um montante de 5,5 milhões da moeda norte-americana. Desse total, foi adicionado mais uma premiação, de 4 milhões de dólares, referente às vitórias e empates conquistados nos jogos. Caso sirva de consolo aos torcedores chilenos, os jogadores vão deixar de receber mais 7 milhões de dólares, que seriam de bônus se tivessem levado o país para o Mundial.
Sergio Jadue renunciou a presidência da ANFP após ser envolvido nos casos de corrupção da Fifa em 2015. Ele foi um dos dirigentes detidos pelo FBI na Suíça, junto com o ex-presidente da CBF, José Maria Marín. Ele está preso nos Estados Unidos, onde colabora com a justiça norte-americana no programa de delação premiada sobre o caso.
