CBDA perde 75% de patrocínio para ciclo olímpico dos Jogos de Tóquio 2020
Foto: Divulgação
Depois de investir massivamente para os Jogos do Rio de Janeiro 2016, a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) sofrerá uma redução bastante significativa para o próximo ciclo olímpico. Segundo o Superintendente da entidade, Ricardo de Moura, a verba de patrocínio caiu 75% em comparação ao período anterior.
“É quase tudo do que temos. Afetará em tudo o nosso planejamento e a preparação para o ciclo olímpico. Em termos práticos, todas as coisas serão reduzidas. Voltaremos no tempo na forma de agir e fazer. O número de campeonatos será reduzido, assim como as viagens e o número de atletas da delegação. Para Tóquio, afetará a preparação. O planejamento não será cumprido como queríamos”, afirmou Moura em entrevista ao blog Panorama Esportivo, do jornal O Globo.
“É quase tudo do que temos. Afetará em tudo o nosso planejamento e a preparação para o ciclo olímpico. Em termos práticos, todas as coisas serão reduzidas. Voltaremos no tempo na forma de agir e fazer. O número de campeonatos será reduzido, assim como as viagens e o número de atletas da delegação. Para Tóquio, afetará a preparação. O planejamento não será cumprido como queríamos”, afirmou Moura em entrevista ao blog Panorama Esportivo, do jornal O Globo.
A redução ocorre por conta da redução do valor dado pelos Correios e a saída da Sadia e Bradesco, que apoiaram o esporte aquático até o final de 2016. Ao todo, a CBDA recebia cerca de R$ 40 milhões e ficará com R$ 10 milhões de patrocínio.
