Depois de perder o estadual, São Francisco busca renascer no futebol feminino brasileiro
Por Edimário Duplat
Foto: Divulgação
Terceira equipe do ranking nacional, o São Francisco do Conde é uma referência no futebol feminino baiano. Com 14 títulos em sequência no estadual, a equipe do Recôncavo também figurou entre as melhores do país nos últimos anos, chegando às fases mais avançadas do Campeonato Brasileiro e da Copa do Brasil da atualidade. Entretanto, a derrota para o Vitória nas semifinais do Baianão 2017 provocou mudanças na equipe, que agora se prepara para um reformulado Brasileirão.
“Eu não serei mais o treinador. Serei só supervisor da equipe e vamos trazer um novo técnico, que será definido já nesse fim de semana. Isso vai trazer uma nova cara para o time, além de dar um novo espírito para as atletas, que vão concorrer pela titularidade. Foi uma opção minha, já que trabalho com isso há 25 anos. Precisamos nos organizar mais e ficarei na parte administrativa para ajudar o clube a crescer”, afirmou o atual treinador, professor Mário Augusto, em entrevista ao Bahia Notícias. Para o técnico, o novo formato do torneio requer maior atenção e cuidado para que o clube não perca o seu posto no cenário nacional.
O medo do rebaixamento é um problema real para o São Francisco. Mesmo com boas apresentações a nível nacional, grande parte dos confrontos do time eram com equipes da região Nordeste e Norte por conta do formato zonal do Brasileirão anterior e da Copa do Brasil. Porém, ao enfrentar equipes mais estruturadas e com poder financeiro maior, as baianas não conseguiam apresentar o mesmo repertório mostrado nas fases iniciais. Agora, com os 16 melhores do ranking em um único torneio, a estrutura e o orçamento já se apresentam como um problema real para o planejamento da equipe tricolor.
“Eu não serei mais o treinador. Serei só supervisor da equipe e vamos trazer um novo técnico, que será definido já nesse fim de semana. Isso vai trazer uma nova cara para o time, além de dar um novo espírito para as atletas, que vão concorrer pela titularidade. Foi uma opção minha, já que trabalho com isso há 25 anos. Precisamos nos organizar mais e ficarei na parte administrativa para ajudar o clube a crescer”, afirmou o atual treinador, professor Mário Augusto, em entrevista ao Bahia Notícias. Para o técnico, o novo formato do torneio requer maior atenção e cuidado para que o clube não perca o seu posto no cenário nacional.
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São Francisco fatura o seu 14º título baiano em 2015/2016 | Foto: Divulgação/FBF
O medo do rebaixamento é um problema real para o São Francisco. Mesmo com boas apresentações a nível nacional, grande parte dos confrontos do time eram com equipes da região Nordeste e Norte por conta do formato zonal do Brasileirão anterior e da Copa do Brasil. Porém, ao enfrentar equipes mais estruturadas e com poder financeiro maior, as baianas não conseguiam apresentar o mesmo repertório mostrado nas fases iniciais. Agora, com os 16 melhores do ranking em um único torneio, a estrutura e o orçamento já se apresentam como um problema real para o planejamento da equipe tricolor.
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Foto: Reprodução/Facebook
Presente no Grupo 1, o São Francisco terá como adversários as equipes do Audax, Corinthians, Grêmio, Iranduba-AM, Kindermann-SC, Sport Recife e Vitória-PE. O torneio será realizado entre os dias 12 de março e 9 de agosto.
