Ednaldo Rodrigues justifica média de público do Baianão e rechaça o fim dos estaduais
Por Ulisses Gama / Edimário Duplat
Foto: Matheus Caldas/Bahia Notícias
Na festa de lançamento do Campeonato Baiano 2017, realizada na última terça-feira (24), o presidente da Federação Bahiana de Futebol (FBF), Ednaldo Rodrigues, comentou sobre dois temas polêmicos em relação ao certame estadual. Em entrevista ao Bahia Notícias, o mandatário falou sobre a baixa média de público no Baianão e rebateu as críticas sobre o papel da competição no calendário da temporada.
“Olha, a Federação sempre procura fazer ações de marketing que leve o torcedor ao estádio. Mas o torcedor não pode ir para o estádio apenas por conta da equipe que vai atuar e isso não cabe só a Federação. As equipes tem que agir com propostas também, como sorteios. E acredito que esse ano pode ser diferente, pois a competição tem maior densidade e mais jogos entre os times. E também temos que ver que a Bahia só tem apenas um clássico de peso, que é o Ba-Vi. Comparam nossa renda com o Paulista, mas lá você tem oito, dez clássicos. Aqui só um e em um jogo. Só se passarem de fase que ainda pode ter mais dois. Antigamente você tinha sete meses de campeonato e a fórmula de quem estava antes era ter oito ba-vis. Hoje temos uma competição curta e conciliamos ela com o Nordestão”, explicou Ednaldo, que mesmo demonstrando respeito as opiniões que são a favor do fim da competição, reiterou que sempre combaterá esse pensamento e não acredita que seus clubes filiados sejam contra o Campeonato Baiano.
“Olha, a Federação sempre procura fazer ações de marketing que leve o torcedor ao estádio. Mas o torcedor não pode ir para o estádio apenas por conta da equipe que vai atuar e isso não cabe só a Federação. As equipes tem que agir com propostas também, como sorteios. E acredito que esse ano pode ser diferente, pois a competição tem maior densidade e mais jogos entre os times. E também temos que ver que a Bahia só tem apenas um clássico de peso, que é o Ba-Vi. Comparam nossa renda com o Paulista, mas lá você tem oito, dez clássicos. Aqui só um e em um jogo. Só se passarem de fase que ainda pode ter mais dois. Antigamente você tinha sete meses de campeonato e a fórmula de quem estava antes era ter oito ba-vis. Hoje temos uma competição curta e conciliamos ela com o Nordestão”, explicou Ednaldo, que mesmo demonstrando respeito as opiniões que são a favor do fim da competição, reiterou que sempre combaterá esse pensamento e não acredita que seus clubes filiados sejam contra o Campeonato Baiano.
“Respeito de quem pensa assim, mas sei que pelos meus filiados ninguém pensa assim. Pelo que sei de Bahia e Vitória, eles querem estaduais que dêem maior tranquilidade a eles por conta das outras competições que disputam. E isso é o que está acontecendo, já que hoje temos 11 clubes e ano que vem teremos 10. Agora, muitas pessoas hoje falam dos estaduais de maneira muito contundente, não verificando que são necessários. Respeito quem pensa assim, mas vou sempre lutar contra esse pensamento. Hoje temos a imprensa e o comércio informal necessitando do estadual. Se você ganha da mega sena, não pode pensar só em si e sim nos outros. Não incomodo quando alguns gatos pingados, por conta de conveniências não atendidas, pensam dessa forma”, reiterou.
O Campeonato Baiano terá início no próximo domingo (29) com cinco jogos.
