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Estudo comprova que cabecear bola afeta cérebro e memória dos jogadores

Estudo comprova que cabecear bola afeta cérebro e memória dos jogadores
Tiago, do Bahia, cabecea bola contra o Tupi | Foto: Jefferson Peixoto / Ag Haack
O simples ato de cabecear a bola durante uma partida de futebol pode trazer consequências negativas para um jogador. De acordo com um estudo feito pela universidade escocesa de Stirling e publicado pela revista EBioMedicine, o ato pode ter impactos nas funções cerebrais. Segundo o estudo, após 24h de um jogo, a capacidade de memória pode reduzir entre 41 e 67%. Os testes foram feitos com 24 atletas da modalidade. Eles foram submetidos a 24 cabeçadas na bola, com uma máquina de velocidade similar a de uma cobrança de escanteio. "Constatamos depois desta seção de cabeçadas uma diminuição das funções cerebrais e da capacidade de memória dos sujeitos", explicou a doutora Magdalena Ietswaart, especialista de neurociência da Universidade de Stilring, à BBC. "Apesar desta diminuição ser temporária, acreditamos que pode afetar o cérebro a longo prazo", emendou.