Neílton comenta sobre o "arrochinha todo duro" na comemoração do gol do Fogão
Foto: Vitor Silva / SSpress / Botafogo
Autor do gol da vitória do Botafogo por 1 a 0 no clássico com o Fluminense, nesta quarta-feira (7), o atacante Neílton comentou sobre a dança de arrocha ao lado do parceiro de ataque Sassá, na comemoração.
“A gente fez um arrocha ali. Nós sempre viemos ouvindo música antes dos jogos e falamos em comemoração caso um de nós faça gol. Hoje saiu o arrochinha lá, todo duro, mas valeu (risos). É indiscutível meu entrosamento com ele, a gente se entende bem dentro e fora de campo. O Sassá merece estar vivendo essa fase, brigando pela artilharia. O que eu puder fazer para ajudá-lo a ser artilheiro vou fazer. E o que ele tiver que fazer para me ajudar a fazer gols vai fazer. Isso que faz nosso elenco crescer e nossa amizade também”, disse o camisa 7 do Fogão.
Na coletiva, o treinador do time Jair Ventura comentou a boa fase do ataque.
“Hoje na preleção falei para o Nei: atacante vive de gol, mas o jogador pode me ajudar de outras maneiras, não só fazendo gols. O Neilton no último jogo foi o maior ladrão de bola depois dos três volantes. Mais que os zagueiros e os laterais. Essa é a importância de o atacante jogar para a equipe. Um dia faz o Sassá, outro ele. O treinador quer equilíbrio. Estamos cada vez mais buscando”, contou.
“A gente fez um arrocha ali. Nós sempre viemos ouvindo música antes dos jogos e falamos em comemoração caso um de nós faça gol. Hoje saiu o arrochinha lá, todo duro, mas valeu (risos). É indiscutível meu entrosamento com ele, a gente se entende bem dentro e fora de campo. O Sassá merece estar vivendo essa fase, brigando pela artilharia. O que eu puder fazer para ajudá-lo a ser artilheiro vou fazer. E o que ele tiver que fazer para me ajudar a fazer gols vai fazer. Isso que faz nosso elenco crescer e nossa amizade também”, disse o camisa 7 do Fogão.
Na coletiva, o treinador do time Jair Ventura comentou a boa fase do ataque.
“Hoje na preleção falei para o Nei: atacante vive de gol, mas o jogador pode me ajudar de outras maneiras, não só fazendo gols. O Neilton no último jogo foi o maior ladrão de bola depois dos três volantes. Mais que os zagueiros e os laterais. Essa é a importância de o atacante jogar para a equipe. Um dia faz o Sassá, outro ele. O treinador quer equilíbrio. Estamos cada vez mais buscando”, contou.
Ventura também falou sobre a conquista da primeira vitória em clássicos à frente do Botafogo.
“Heroica, não. Tivemos maior número de finalizações. É lógico que quando a gente sai na frente, acaba mudando a estratégia. Foi uma vitória com a cara da nossa equipe, um time competitivo, brigando até o último minuto em um clássico. O primeiro a gente não esquece”, afirmou.
Com a vitória, o Botafogo subiu uma posição e agora é o décimo colocado com 32 pontos.
