Presidente do COB derruba liminar e não terá rival para nova eleição da entidade
Foto: Reprodução/SporTV
Retornando ao comando do Comitê Olímpico do Brasil (COB) depois do final dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016, o presidente Carlos Arthur Nuzman conseguiu decisão que impede que exista uma chapa de oposição para as próximas eleições da entidade, que acontecem no final desse ano. Dessa forma, o dirigente se manterá no poder até 2020, completando assim um mandato de 25 anos no Comitê.
O desembargador Marcelo Lima Buhatem, da Vigésima Segunda Câmara Cível do Rio, reconsiderou a sua decisão efetuada em maio desse ano e votou contra pedido do presidente da Confederação Brasileira de Tênis de Mesa, Alaor Azevedo, que tenta se candidatar para o pleito. Pelo Estatuto do COB, as chapas de oposição devem se registrar com antecedência de oito meses da eleição, prazo já ultrapassado. Entretanto, a oposição defendia a tese de que nenhum dirigente aceitaria assinar com a chapa por conta do período ser anterior a disputa dos Jogos Olímpicos, por medo de retaliação do COB e consequente problemas com repasse de recursos antes da competição.
O desembargador Marcelo Lima Buhatem, da Vigésima Segunda Câmara Cível do Rio, reconsiderou a sua decisão efetuada em maio desse ano e votou contra pedido do presidente da Confederação Brasileira de Tênis de Mesa, Alaor Azevedo, que tenta se candidatar para o pleito. Pelo Estatuto do COB, as chapas de oposição devem se registrar com antecedência de oito meses da eleição, prazo já ultrapassado. Entretanto, a oposição defendia a tese de que nenhum dirigente aceitaria assinar com a chapa por conta do período ser anterior a disputa dos Jogos Olímpicos, por medo de retaliação do COB e consequente problemas com repasse de recursos antes da competição.
A decisão vai de encontro a decisão do juiz Mário Cunha Olinto Filho, da 2ª Vara Cível da Barra da Tijuca, que havia determinado que o Estatuto não fosse cumprido. Entretanto, o desembargador afirma que o documento deve ser cumprido e mecanismos devem ser criados para evitar controle de poder no Comitê Olímpico.
