Sem levar nenhum ouro, Judô diminui projeção de medalhas para o Rio 2016
Foto: Marcio Rodrigues/MPIX/CBJ
Esporte mais vitorioso do Brasil nas Olimpíadas, o Judô não vive uma boa fase no Rio de Janeiro 2016. Sem medalhas nos dois primeiros dias, a Confederação Brasileira de Judô (CBJ) já repensa a sua projeção inicial e espera, ao menos, repetir os números conquistados em Londres 2012.
“Cada vez que a gente não conquista uma medalha fica mais difícil de alcançar. Mas ficar difícil deixa mais prazeroso. Faz parte da competição, do jogo. Estamos acreditando que a gente ainda possa igualar ou superar Londres. As categorias da Sarah (Menezes), do (Felipe) Kitadai e da Érika (Miranda) eram consideradas fortes para conquistas de medalha, já que eles fizeram um bom ciclo olímpico. A Érika foi a mais regular dos três, subiu ao pódio em todos os campeonatos mundiais que disputou. Se a medalha tivesse saído, caminharia dentro do que a gente espera”, afirmou o gestor de alto rendimento da CBJ, Ney Wilson, em entrevista ao globoesporte.com.
Há quatro anos, o Brasil conquistou um ouro e três bronzes na modalidade. Para o Rio, a expectativa era maior, mas com a derrota das favoritas Sarah, Érika e do judocas Kitadai e Chibana, o número de medalhas pretendidas pode não chegar ao da última edição dos Jogos. Entretanto, o dirigente tem otimismo para os próximos confrontos do Brasil no tatame.
“Cada vez que a gente não conquista uma medalha fica mais difícil de alcançar. Mas ficar difícil deixa mais prazeroso. Faz parte da competição, do jogo. Estamos acreditando que a gente ainda possa igualar ou superar Londres. As categorias da Sarah (Menezes), do (Felipe) Kitadai e da Érika (Miranda) eram consideradas fortes para conquistas de medalha, já que eles fizeram um bom ciclo olímpico. A Érika foi a mais regular dos três, subiu ao pódio em todos os campeonatos mundiais que disputou. Se a medalha tivesse saído, caminharia dentro do que a gente espera”, afirmou o gestor de alto rendimento da CBJ, Ney Wilson, em entrevista ao globoesporte.com.
Há quatro anos, o Brasil conquistou um ouro e três bronzes na modalidade. Para o Rio, a expectativa era maior, mas com a derrota das favoritas Sarah, Érika e do judocas Kitadai e Chibana, o número de medalhas pretendidas pode não chegar ao da última edição dos Jogos. Entretanto, o dirigente tem otimismo para os próximos confrontos do Brasil no tatame.
“Estamos confiantes. É uma equipe com muita munição. Coragem é a palavra, eles têm que arriscar, querer mais do que o outro. A mensagem é ter coragem. A gente tem trabalhado a pressão sobre eles antecipadamente. Estão preparados para vencer. O sentimento nesse momento, e quem nos acompanha sente, é de que não tem sido justo”.
Nesta segunda-feira (8), a judoca Rafaela Silva segue como esperança de medalha. Já Alex Pombo foi derrotado em sua primeira luta e está eliminado da competição.
