Empresa italiana leva projeto de transmissão da Champions League das Américas à Globo
Foto: Divulgação
O projeto da Champions League das Américas pode ser viabilizado pela MP & Silva, idealizadora do campeonato. No intuito de tirar o torneio do papel, a empresa levou a pauta para a TV Globo e outras emissoras ao redor do continente americano.
Para conseguir tornar a ACL – sigla da competição, em inglês – real, a MP & Silva correu atrás de investidores e contatos com televisões. Em maio deste ano, a empresa vendeu 60% do seu capital para duas multinacionais chinesas: a Beijing Baofeng, especialista em vídeos on-line, e a Everbright, empresa financeira chinesa. As duas investiram cerca de US$ 1 bilhão para expandir a marca da MP & Silva.
Os italianos compraram os direitos de alguns estaduais e do Brasileirão, de 2016 à 2018, com a Globo, e os transmitirá para países da América Latina. “Eles [MP & Silva] já nos apresentaram a ideia da Liga das Américas, mas o evento ainda não está definido. A Globo sempre tem interesse em qualquer competição que conte com clubes brasileiros'', informou a assessoria da Globo ao UOL Esportes.
De acordo com Frank Uddo, presidente da MP & Silva para a América, o projeto está em andamento. “O projeto da Champions das Américas está sob constante desenvolvimento. Após o seu anúncio, nós falamos com grandes clubes da América do Sul e da América do Norte e nós falamos com líderes da América Central e do Caribe. Há apoio positivo de todos'', informou. “Nós estamos negociando com redes de televisão e patrocinadores para começar em 2018'', comentou.
A Champions League das Américas tem o intuito de fazer um torneio entre 64 clubes de todo o continente americano. Para isto, teria que se adequar aos calendários de todas as federações nacionais, o que é um empecilho para sua realização, visto que o cronograma brasileiro é diferente da maioria dos países ao redor do mundo.
Para conseguir tornar a ACL – sigla da competição, em inglês – real, a MP & Silva correu atrás de investidores e contatos com televisões. Em maio deste ano, a empresa vendeu 60% do seu capital para duas multinacionais chinesas: a Beijing Baofeng, especialista em vídeos on-line, e a Everbright, empresa financeira chinesa. As duas investiram cerca de US$ 1 bilhão para expandir a marca da MP & Silva.
Os italianos compraram os direitos de alguns estaduais e do Brasileirão, de 2016 à 2018, com a Globo, e os transmitirá para países da América Latina. “Eles [MP & Silva] já nos apresentaram a ideia da Liga das Américas, mas o evento ainda não está definido. A Globo sempre tem interesse em qualquer competição que conte com clubes brasileiros'', informou a assessoria da Globo ao UOL Esportes.
De acordo com Frank Uddo, presidente da MP & Silva para a América, o projeto está em andamento. “O projeto da Champions das Américas está sob constante desenvolvimento. Após o seu anúncio, nós falamos com grandes clubes da América do Sul e da América do Norte e nós falamos com líderes da América Central e do Caribe. Há apoio positivo de todos'', informou. “Nós estamos negociando com redes de televisão e patrocinadores para começar em 2018'', comentou.
A Champions League das Américas tem o intuito de fazer um torneio entre 64 clubes de todo o continente americano. Para isto, teria que se adequar aos calendários de todas as federações nacionais, o que é um empecilho para sua realização, visto que o cronograma brasileiro é diferente da maioria dos países ao redor do mundo.
