Tenista alemão usa as redes sociais para reclamar de calote brasileiro em 2014
Foto: Reprodução/Uol
Campeão de duplas no Challenger de São Paulo em 2014, o tenista alemão Gero Kretschmer utilizou a sua conta no Facebook para reclamar de um calote sofrido pelo torneio brasileiro, que ainda não o pagou pelo título da competição.
"Era janeiro de 2014, quando eu e meu parceiro Alexander Satschko ganhamos o Challenger de São Paulo. Se passaram dois anos desde então e até então não recebemos o prêmio de US$ 7.600 até agora. Deve ser uma piada, considerando que a ATP não tenha se colocado à frente para pagar ou cobrir esta quantia. Seguem nos dizendo que estão falando com o diretor do torneio para se chegar a uma solução. Mas a realidade é diferente. Nada aconteceu em dois anos. Não ganhamos um euro sequer. A ATP pagou US$ 1 mil a cada jogador, só isso. Parece que estão dando um pirulito para manter uma criança calada", afirmou Kretschmer em seu perfil.
Segundo matéria do Uol Esporte, esta não é a única dívida do Challenger de São Paulo. Assessores de imprensa e pessoas que trabalharam na produção do torneio também não viram a cor do dinheiro. "Realmente tivemos estes problemas, mas estamos em contato frequente com a ATP. Queremos resolver este problema para voltar a fazer o torneio no ano que vem", afirmou Juliano Tavares, organizador do torneio, em entrevista ao portal de notícias.
"Era janeiro de 2014, quando eu e meu parceiro Alexander Satschko ganhamos o Challenger de São Paulo. Se passaram dois anos desde então e até então não recebemos o prêmio de US$ 7.600 até agora. Deve ser uma piada, considerando que a ATP não tenha se colocado à frente para pagar ou cobrir esta quantia. Seguem nos dizendo que estão falando com o diretor do torneio para se chegar a uma solução. Mas a realidade é diferente. Nada aconteceu em dois anos. Não ganhamos um euro sequer. A ATP pagou US$ 1 mil a cada jogador, só isso. Parece que estão dando um pirulito para manter uma criança calada", afirmou Kretschmer em seu perfil.
Segundo matéria do Uol Esporte, esta não é a única dívida do Challenger de São Paulo. Assessores de imprensa e pessoas que trabalharam na produção do torneio também não viram a cor do dinheiro. "Realmente tivemos estes problemas, mas estamos em contato frequente com a ATP. Queremos resolver este problema para voltar a fazer o torneio no ano que vem", afirmou Juliano Tavares, organizador do torneio, em entrevista ao portal de notícias.
Por conta das dívidas, a ATP impediu que o Challenger fosse realizado nas duas últimas temporadas. Entretanto, o tenista alemão também acusa a federação internacional pela falta de compromisso com os atletas.
“A ATP obtém a cada ano milhões de dólares e deveriam ter a possibilidade de resolver este problema. os jogadores já tentaram ir a juízo, mas devido aos grandes investimentos necessários e o questionável benefício que se obtém, eles não vão até o final. Me pergunto porque não podem pagar o prize money se estão aumentando a cada ano. Deveriam proteger os jogadores. Sempre querem que nos portemos bem, que preenchamos os informes médicos e que paguemos multas”, finalizou.
