Sylvestre tem habeas corpus negado e segue preso sob acusação de participação em assalto
Foto: Glauber Guerra/Bahia Notícias
Ex-jogador da Juazeirense, o atacante Sylvestre continua preso sob acusação de ter participado de um assalto no Rio de Janeiro em 2013. Na última sexta-feira (19), um pedido de habeas corpus foi negado pela Justiça carioca e o atleta segue detido no presídio de Bangu, onde está desde o dia 11.
“Presunção não é de inocência. Hoje, a presunção é de culpa. O Sylvestre é pobre e negro. O pobre e negro é muito mais fácil de você prender e muito mais difícil de você soltar”, afirmou o advogado de defesa, Thiago Camel, em entrevista ao canal SporTV. Sylvestre já havia obtido um pedido de relaxamento, mas como não compareceu à delegacia quando foi intimado e acabou preso novamente.
“Presunção não é de inocência. Hoje, a presunção é de culpa. O Sylvestre é pobre e negro. O pobre e negro é muito mais fácil de você prender e muito mais difícil de você soltar”, afirmou o advogado de defesa, Thiago Camel, em entrevista ao canal SporTV. Sylvestre já havia obtido um pedido de relaxamento, mas como não compareceu à delegacia quando foi intimado e acabou preso novamente.
Segundo o presidente da Juazeirense, o deputado Roberto Carlos, Sylvestre estava atuando pela Juazeirense na época do crime e não teria como ter participado do assalto. “Ele participou de todos os jogos, treinos e não tem nenhum registro da saída dele. Em momento algum ele saiu”, afirmou o mandatário do Cancão de Fogo.
A polícia chegou até o atacante depois de descobrir que a Kombi utilizada na fuga estava no nome do jogador. Entretanto, Sylvestre havia vendido o veículo para Wallace dos Santos Araújo, comerciante carioca que não passou o veículo para o seu nome.
A polícia chegou até o atacante depois de descobrir que a Kombi utilizada na fuga estava no nome do jogador. Entretanto, Sylvestre havia vendido o veículo para Wallace dos Santos Araújo, comerciante carioca que não passou o veículo para o seu nome.
