Futebol brasileiro vive maior jejum de finais continentais em 25 anos
Por Edimário Duplat
Foto: Gazetapress
A eliminação de Atlético Paranaense e Chapecoense na última quarta-feira (28), colocou o Brasil em um jejum não vivido pelo país desde 1990. Há dois anos, o país não sabe o que é participar de uma final da Libertadores ou Copa Sul-Americana.
A última participação de um clube brasileiro nas finais destas competições foi em 2013, quando o Atlético Mineiro sagrou-se campeão da Libertadores e a Ponte Preta ficou com o vice-campeonato da Sul-Americana. Desde então, a única vez que um time brasileiro decidiu o título na América do Sul foi na Recopa Sul-Americana de 2014, torneio que reúne os dois vencedores continentais do ano anterior e que teve o Galo conquistando o título.
Em 2014, a Libertadores foi decidida por San Lorenzo-ARG e Nacional-PAR, com River Plate-ARG e Tigres-MEX na final em 2015. Já na Sul-Americana, River e Atlético Nacional da Colômbia fizeram o último jogo do torneio, que neste ano tem nas semifinais os mesmos Millonarios, o Huracán-ARG e o Sportivo Luqueño do Paraguai. Independiente e Santa Fé disputarão a última vaga da competição nesta quinta (29).
A última participação de um clube brasileiro nas finais destas competições foi em 2013, quando o Atlético Mineiro sagrou-se campeão da Libertadores e a Ponte Preta ficou com o vice-campeonato da Sul-Americana. Desde então, a única vez que um time brasileiro decidiu o título na América do Sul foi na Recopa Sul-Americana de 2014, torneio que reúne os dois vencedores continentais do ano anterior e que teve o Galo conquistando o título.
Em 2014, a Libertadores foi decidida por San Lorenzo-ARG e Nacional-PAR, com River Plate-ARG e Tigres-MEX na final em 2015. Já na Sul-Americana, River e Atlético Nacional da Colômbia fizeram o último jogo do torneio, que neste ano tem nas semifinais os mesmos Millonarios, o Huracán-ARG e o Sportivo Luqueño do Paraguai. Independiente e Santa Fé disputarão a última vaga da competição nesta quinta (29).
Desde os anos de 1989 e 1990 o Brasil não vivia duas temporadas fora da Libertadores e do segundo torneio continental. Na ocasião, o Olimpia enfrentou Barcelona do Equador e Atlético Nacional na maior competição da Conmebol, enquanto a Supercopa teve os paraguaios novamente contra o Nacional do Uruguai em um ano, seguidos por Boca Juniors e Independiente na seguinte.
