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Mesmo com naturalização, Lucas Pratto só poderá atuar pela Seleção em 2020

Por Edimário Duplat

Mesmo com naturalização, Lucas Pratto só poderá atuar pela Seleção em 2020
Foto: Reprodução/Sportv
Com a pretensão de efetuar a naturalização brasileira, o argentino Lucas Pratto deverá esperar até 2020 para atuar com a camisa amarela da Seleção. De acordo com o regulamento da Fifa, o atual jogador do Atlético Mineiro não poderia defender o Brasil antes de completar cinco anos no futebol  do país, independente de conseguir a cidadania brasileira.

De acordo com a entidade, as exceções para esse caso seriam o atleta ter pai ou mãe biológicos brasileiros ou avós nascidos no país. Independente, o processo de naturalização já pode ser iniciado em 2016, quando o atleta tentará um recurso de acordo com o artigo 113, da lei 6815 de 1980, onde o período mínimo de quatro anos de residência pode ser reduzido para um ano.

“Vou ser sempre argentino. Obviamente, quando você ouve que é querido e tem a possibilidade de jogar na Seleção, aí você começa a pensar. Foram só comentários. Mas, para facilitar as minhas coisas aqui dentro, o advogado começou a pensar em naturalização. É mais para minha vida pessoal, nem tanto para meu futuro na Seleção. A minha família pode conseguir um passaporte. A gente sempre quer jogar na nossa seleção, mas é muito difícil o técnico da Argentina olhar para o Brasil. Agora, é muito cedo, e eu só penso no Atlético”, esclareceu o atacante.