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Sampaio Corrêa pede respeito a jornalista depois de comparação com a Seleção Brasileira

Por Edimário Duplat

Sampaio Corrêa pede respeito a jornalista depois de comparação com a Seleção Brasileira
Foto: Divulgação/Sampaio Corrêa
Em nota divulgada na noite da última terça-feira (13), o Sampaio Corrêa resolveu responder a uma comparação indesejada para a equipe maranhense, que disputa o Campeonato Brasileiro da Série B 2015. Para o clube, o texto do jornalista Carlos Heitor Cony, da Folha de São Paulo, não caiu bem com a comparação efetuada entre a má fase da Seleção Brasileira e a Bolívia Querida de São Luiz.

“Em linhas gerais, tive a impressão de assistir a um jogo do Sampaio Correa”, afirma Cony em seu texto, onde critica a atual gestão de Dunga no comando da equipe do Brasil e compara as exibições do escrete canarinho com as do time maranhense.

Segundo a nota, os comentários de Cony não atingem somente o clube quanto à honra dos torcedores, que batalha pelos seus sonhos. Além disso, os atletas que compõem a equipe não “calçam chuteiras de ouro” ou não “ostentam suas figuras em torneios reluzentes organizados pela Fifa”, precisando ser tão respeitados quanto a história do Sampaio Corrêa.

Confira na íntegra a nota publicada no site da equipe maranhense:

Articulista da Folha de São Paulo, Carlos Heitor Cony mostrou todo o seu descontentamento com a Seleção Brasileira ao compará-la, de forma depreciativa, com a Bolívia Querida. “Em linhas gerais, tive a impressão de assistir a um jogo do Sampaio Correa”, analisou o missivista em sua crônica aborrecida contra os comandados de Dunga.

Longe de ter os “craques” que compõe o selecionado brasileiro, o Sampaio traça o seu caminho de forma honrada, enaltecendo o nome do Maranhão com uma trajetória digna dentro das quatro linhas, sem tantos holofotes, muito menos sem as marcas milionárias que impulsionam a seleção da CBF.

Em um momento de rara lucidez, logo no prólogo do seu artigo, Carlos Heitor Cony diz que “não sei se estou certo, geralmente não estou”, uma afirmação que poderia ser a senha para ter revisado a infelicidade escrita e evitado mencionar o nome do Sampaio com tão abjeta comparação.
Um comentário que atinge não só o Sampaio e sua história gloriosa, mas a honra de uma torcida e sua gente honesta, batalhadora dos seus sonhos.

Os nossos craques não calçam chuteiras de ouro, caro Carlos Heitor Cony, nem ostentam suas figuras em torneios reluzentes organizados pela Fifa, mas têm a sua estima e são orgulho de um imenso universo Tricolor. Sentimento que o caro escritor (se assim podemos mencionar), não tem a mínima noção do que possa significar.

O respeito aqui tem nome, e ele se chama Sampaio Corrêa.