Hortência fala da sua vida como atleta e revela bastidores da Vila Olímpica: ‘Perdição’
Por Edimário Duplat
Hortência nos Jogos de 1996 | Foto: Divulgação / CBB
Em entrevista ao Fantástico veiculada na edição do último domingo (4), a ex-atleta e medalhista olímpica Hortência revelou os bastidores que acontecem na Vila Olímpica dos jogos esportivos e admitiu que a TPM servia como “combustível” para jogar com mais vontade na seleção nacional.
"Quando eu fui para as duas Vilas Olímpicas, eu estava casada. Mas rola muito. O atleta está ali, trancafiado num quarto. Tudo que você imagina tem ali dentro, tem para todos os gostos. Muita gente não se segura. A Vila Olímpica é a perdição do atleta", recordou.
"Quando eu fui para as duas Vilas Olímpicas, eu estava casada. Mas rola muito. O atleta está ali, trancafiado num quarto. Tudo que você imagina tem ali dentro, tem para todos os gostos. Muita gente não se segura. A Vila Olímpica é a perdição do atleta", recordou.
Segundo Hortência, uma peculiaridade das equipes femininas é a TPM e a menstruação das atletas. Entretanto, a fase pré-menstrual a ajudava na sua vontade de vencer as adversárias em quadra.
"De 12 mulheres (em um time de basquete), quatro estão sempre menstruadas. A TPM é uma coisa superdifícil. Eu entro na quadra e meu técnico já sabe se estou de TPM ou não. Mas para mim era bom, porque eu queria morder a jugular da adversária", concluiu. Prata nos Jogos de Atlanta, em 1996, Hortência também foi medalha de ouro no Mundial de 94 e nos Jogos Pan-Americanos de 91.
"De 12 mulheres (em um time de basquete), quatro estão sempre menstruadas. A TPM é uma coisa superdifícil. Eu entro na quadra e meu técnico já sabe se estou de TPM ou não. Mas para mim era bom, porque eu queria morder a jugular da adversária", concluiu. Prata nos Jogos de Atlanta, em 1996, Hortência também foi medalha de ouro no Mundial de 94 e nos Jogos Pan-Americanos de 91.
