Na estreia da Copa do Mundo, Rugby da Bahia cresce e promete expansão no interior
Por Edimário Duplat
Foto: Federação Baiana/Reprodução
Terceiro maior evento esportivo do mundo, a 8ª edição da Copa do Mundo de Rugby teve início nesta sexta-feira (18), quando Inglaterra e Fiji entraram no Twickenham Stadium, em Londres, para o jogo de abertura da competição. Entretanto, neste sábado (19), um importante capítulo da história dessa tradicional modalidade será escrito do outro lado do atlântico, quando Toruks e Orixás realizarão a final do Campeonato Baiano e demonstrarão o crescimento cada vez mais evidente desta prática que mistura força com disciplina tática, cada vez mais ganhando espaço em todo o país.
Berço de três estilos diferentes de Rugby (Sevens, Beach, Paralímpico e XV), a Federação se preocupa em explicar a diferença de cada um e os cuidados que o atleta precisa para atuar no esporte. “É um esporte muito complexo, onde se precisa estudar muito as regras e muito esforço, com profissionais na área de saúde e educação física. Mas para cada uma das modalidades, são estratégias diferentes e formas de jogar distintas”, explica Diego, que também salienta o Tag Rugby, feito exclusivamente para as escolas. “O Tag Rugby, que entra nas escolas, é sem contato, o adversário não vai ao solo porque não é feito na grama e isso dá outra dinâmica. No site da federação temos todo o material para um professor adotar ”, concluiu.

Foto: Reprodução/Federação Baiana de Rugby

Foto: Toruks de Porto Seguro e Ymbores de Vitória da Conquista
Foto: Reprodução/Federação Baiana de Rugby
Berço de três estilos diferentes de Rugby (Sevens, Beach, Paralímpico e XV), a Federação se preocupa em explicar a diferença de cada um e os cuidados que o atleta precisa para atuar no esporte. “É um esporte muito complexo, onde se precisa estudar muito as regras e muito esforço, com profissionais na área de saúde e educação física. Mas para cada uma das modalidades, são estratégias diferentes e formas de jogar distintas”, explica Diego, que também salienta o Tag Rugby, feito exclusivamente para as escolas. “O Tag Rugby, que entra nas escolas, é sem contato, o adversário não vai ao solo porque não é feito na grama e isso dá outra dinâmica. No site da federação temos todo o material para um professor adotar ”, concluiu.

Nova Zelândia é uma das favoritas para o Mundial de Rugby
Foto: Divulgação
Com um crescimento aparente, as dificuldades apresentadas ainda atrapalham a popularização do Rugby, que caminha entre problemas financeiros e o desafio das grandes distâncias para a sua realização. “No Brasil em termos de gerais o Rugby cresceu muito de 2009 para cá, principalmente por conta da Confederação Brasileira. O problema é que isso não acontece uniformemente. Para nós da Bahia os grandes entraves são as distâncias e um suporte financeiro. Mas estamos correndo atrás de investimentos e patrocinadores para ajudar o nosso esporte”, confirma Cabral. Enquanto Toruks e Orixás entram em campo às 14h, no Estádio Agnaldo Bento dos Santos em Porto Seguro, a bola oval segue rolando na Copa do Mundo da categoria.
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