Treinador da Seleção explica presença de pastor em amistosos do Brasil
Por Edimário Duplat
Foto: Reprodução/Facebook
Assunto polêmico durante os amistosos do Brasil ocorridos nos Estados Unidos, a presença de um pastor evangélico no hotel onde a equipe canarinho estava concentrada foi um dos assuntos discutidos pelo treinador Dunga durante a coletiva de convocação para os jogos contra Chile e Venezuela, válidos pelas Eliminatórias da Copa do Mundo 2018.
“Não permiti o culto dentro do hotel da Seleção. Temos uma sala onde os jogadores podem receber os familiares ou pessoas mais perto deles. Seleção não é local de exposição religiosa ou política”, afirmou o técnico durante o evento. Para o tetracampeão mundial, estar com o selecionado nacional não é o momento para expor qualquer tipo de ideologia alheia ao esporte.
“Não permiti o culto dentro do hotel da Seleção. Temos uma sala onde os jogadores podem receber os familiares ou pessoas mais perto deles. Seleção não é local de exposição religiosa ou política”, afirmou o técnico durante o evento. Para o tetracampeão mundial, estar com o selecionado nacional não é o momento para expor qualquer tipo de ideologia alheia ao esporte.
“Já conversamos com os atletas e expusemos o nosso pensamento. Torno a repetir: respeito todas as religiões, mas ali não é o momento. O pastor não estava dentro da Seleção. Estava em setor para receber familiares, mas não concordamos. Quanto a opção dos jogadores, não influencia em nada a convocação. Olhamos a parte física, tática e o comportamento. Não é por causa de um erro que vamos cortar a cabeça. Se o erro persistir, ai sim temos que tomar uma atitude”, finalizou.
O Brasil enfrenta o Chile no dia 8 de outubro, em Santiago. Já no dia 13, o escrete canarinho pega a Venezuela no Castelão.
O Brasil enfrenta o Chile no dia 8 de outubro, em Santiago. Já no dia 13, o escrete canarinho pega a Venezuela no Castelão.
