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Presidente da CBJ minimiza fraca campanha do Brasil no Mundial de Judô

Por Edimário Duplat

Presidente da CBJ minimiza fraca campanha do Brasil no Mundial de Judô
Foto: Divulgação
O mandatário da Confederação Brasileira de Judô (CBJ), Ney Wilson, minimizou a campanha do Brasil no Mundial de Astana, no Cazaquistão. Para o dirigente, a competição serviu para analisar os atletas e definir o planejamento até os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016.

“O Mundial é importante para avaliar o trabalho e definir os passos seguintes. Ainda temos 300 dias para trabalhar até os Jogos Olímpicos do Rio", afirmou Wilson que aproveitou o momento para justificar os resultados dos principais atletas do Judô brasileiro. "Chegamos com quatro atletas como cabeças de chave. Mas mesmo os cabeças de chave caíram em quadrantes difíceis, como Mayra (Aguiar) e Kayla (Harrison), que ficaram no mesmo. Os números mostram que neste Mundial mais de 30% dos atletas que chegaram como cabeça de chave sequer chegaram ao pódio", justificou.

O Brasil saiu com apenas dois bronzes do Mundial de Astana.