Ricardo Teixeira nega propina para votar em Copa no Catar
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Ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira se manifestou pela primeira vez após o escândalo de corrupção que prendeu dirigentes da Federação Internacional de Futebol (Fifa).
Ao blog Radar on-line, da revista Veja, Teixeira falou sobre a matéria de título “FBI suspeita que propina do Catar a Teixeira foi depositada em Mônaco”, publicada nesta quinta-feira (11) pelo jornal Estado de S. Paulo.
"Não tem lógica. A Copa do Catar foi definida em 2010 e abri a conta em Mônaco em 2012. O dinheiro veio do Brasil e está declarado à Receita. Votei no Catar, mas não recebi um tostão por isso. Nem em real, nem em dólar e nem em euro. E minha conta não está bloqueada como diz a reportagem", afirmou.
As escolhas de Rússia e Catar como sedes das Copas de 2018 e 2022 estão sendo investigadas pela justiça norte-americana.
