Em entrevista, presidentes de Flamengo e Fluminense confirmam rompimento com a FERJ
Por Edimário Duplat
Foto: Reprodução/ESPN
Os mandatários de Flamengo e Fluminense, Eduardo Bandeira de Melo e Peter Siemsen, confirmaram o rompimento das agremiações com a Federação Carioca de Futebol (FERJ). Em debate com o presidente da entidade no programa Bate-Bola da Espn, os dois dirigentes relataram total insatisfação com a má administração do certame estadual e avisaram que levarão a frente a criação de uma liga.
"Nós já estamos rompidos com a federação, isso é definitivo e irreversível. Estamos disputando esse Campeonato Carioca de 2015 sob protesto, em respeito a vocês da imprensa, televisão, torcedores e público em geral. Mas a partir de 2016 a conversa vai ser outra. Não sou de bravatas, não gostaria de dizer que vamos criar uma liga, que ano que vem vai ser assim. Isso envolve a esfera jurídica e política, mas temos conversado com interlocutores, entre eles a televisão, e estamos dispostos a mudar a partir do ano que vem, mesmo que a gente perca um pouco de dinheiro", afirmou o presidente do Flamengo no programa de tv.
"Nós já estamos rompidos com a federação, isso é definitivo e irreversível. Estamos disputando esse Campeonato Carioca de 2015 sob protesto, em respeito a vocês da imprensa, televisão, torcedores e público em geral. Mas a partir de 2016 a conversa vai ser outra. Não sou de bravatas, não gostaria de dizer que vamos criar uma liga, que ano que vem vai ser assim. Isso envolve a esfera jurídica e política, mas temos conversado com interlocutores, entre eles a televisão, e estamos dispostos a mudar a partir do ano que vem, mesmo que a gente perca um pouco de dinheiro", afirmou o presidente do Flamengo no programa de tv.
Afinado com Bandeira de Melo, Siemsen reiterou que os dois clubes vem procurando alternativas no campo jurídico para a criação de uma liga carioca de futebol. "Estamos buscando caminhos. A Lei Pelé permite a criação de ligas, mas o estatuto do esporte fala em aprovação para poder criar essas ligas. Então, estamos analisando os caminhos mais seguros e consistentes. Estamos vendo qual a melhor forma para que isso aconteça, com o menor prejuízo para o torcedor, para a televisão e para os clubes. Mas vamos esticar a corda se for preciso", completou.
