Em meio à crise na seleção, atletas e dirigentes do futsal querem CBF gerindo o esporte
Por Edimário Duplat
Foto: Getty Images
Com uma grave crise administrativa, a Confederação Brasileira de Futsal sofre com o boicote de atletas para a seleção nacional da modalidade e carrega uma dívida de R$ 7 milhões em seus cofres. Para resolver o problema, a solução encontrada por atletas e dirigentes do esporte seria a mudança de entidade para gerir a equipe que representa o país nas quadras.
"O futsal no mundo inteiro é da Fifa, só aqui que é diferente e existe a CBFS. Queremos que a CBF retome o controle da seleção, assim como fez com o beach soccer (em 2013)", afirmou o dirigente Reinaldo Simões, em entrevista ao site espn.com.br. Atual supervisor da equipe do Carlos Barbosa, o ex-goleiro Lavoisier explica que a crise não vem afetando a liga do país por ela ser independente e ter suas próprias condições de patrocínio. "A liga, desvinculada da Confederação, conseguirá patrocínio. Já a Confederação deve R$ 7 milhões, não vai conseguir patrocínio. Sem jogadores, sem seleção, quem vai querer patrocinar? Ninguém", finalizou.
"O futsal no mundo inteiro é da Fifa, só aqui que é diferente e existe a CBFS. Queremos que a CBF retome o controle da seleção, assim como fez com o beach soccer (em 2013)", afirmou o dirigente Reinaldo Simões, em entrevista ao site espn.com.br. Atual supervisor da equipe do Carlos Barbosa, o ex-goleiro Lavoisier explica que a crise não vem afetando a liga do país por ela ser independente e ter suas próprias condições de patrocínio. "A liga, desvinculada da Confederação, conseguirá patrocínio. Já a Confederação deve R$ 7 milhões, não vai conseguir patrocínio. Sem jogadores, sem seleção, quem vai querer patrocinar? Ninguém", finalizou.
Por conta de ter sido reprovado no balanço financeiro, a CBFS perdeu o patrocínio dos Correios e desistiu de sediar a Copa América deste ano.
