Patrocinador do Botafogo será autuado por efetuar propaganda enganosa no clássico
Por Edimário Duplat
Foto: Reprodução
Um anúncio efetuado pela loja Casa&Vídeo na camisa do Botafogo no último domingo (8) será autuado pelo Procon sobre a acusação da empresa efetuar uma propaganda enganosa no clássico contra o Fluminense.
Segundo informação do Jornal Extra, o orgão tratou o anúncio desleal por conta do clube alvinegro entrarem campo com duas camisas distintas em cada etapa. No primeiro tempo, utilizou o anúncio de uma “liquidação relâmpago“ com o preço de um secador de cabelos por R$ 49,00. Entretanto, na fase complementar, o mesmo produto aparecia com o valor de R$ 39,00.
"Suponhamos que alguém levantou no intervalo do jogo e foi até uma Casa&Video comprar o secador de presente para a mulher... Só que, quando ele voltou para casa, percebeu que tinha sido enganado em R$ 10" afirmou ao periódico a Secretária de Proteção e Defesa do Consumidor Cidinha Campos.
Segundo informação do Jornal Extra, o orgão tratou o anúncio desleal por conta do clube alvinegro entrarem campo com duas camisas distintas em cada etapa. No primeiro tempo, utilizou o anúncio de uma “liquidação relâmpago“ com o preço de um secador de cabelos por R$ 49,00. Entretanto, na fase complementar, o mesmo produto aparecia com o valor de R$ 39,00.
"Suponhamos que alguém levantou no intervalo do jogo e foi até uma Casa&Video comprar o secador de presente para a mulher... Só que, quando ele voltou para casa, percebeu que tinha sido enganado em R$ 10" afirmou ao periódico a Secretária de Proteção e Defesa do Consumidor Cidinha Campos.
"Pode-se sempre baixar o preço, mas nada justifica que se faça a mudança num período tão curto, até porque eles sabiam que fariam isso. Tanto que levaram duas camisas, uma para o primeiro tempo, outra para o segundo. Não fizeram as camisas em 15 minutos", reiterou a deputada.
O processo será aberto nesta terça-feira (10), e a empresa terá 15 dias para se defender. Se não conseguir, a Casa&Vídeo deve ser multada e corre o risco de ser sancionada pelo Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação).
