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Ex-preparador fisico do Vitória preso no

Por Márcio Martins

Depois de mais de sete horas custodiado na sala do delegado de Jaderlândia, em Castanhal, o preparador físico do Paysandu, Wellingtom Vero, um alvará de soltura pela Justiça e saiu da custódia, após pagamento de fiança.
Vero foi levado por policiais civis de Castanhal do estádio Modelão até a delegacia para prestar esclarecimentos sobre a queixa de injúria racial, dada pelo gandula César do Espírito Santo de Souza, de 23 anos, que atuou na partida entre Paysandu e Castanhal. O Japiim derrotou o Papão por 2 a 1.
O gandula afirmou na representação contra Vero que foi ofendido com palavras de baixo calão e chamado de 'macaco' pelo preparador do Paysandu. Outras duas testemunhas confirmaram a acusação.
Na delegacia, Vero negou a ofensa. “Mesmo com o preparador tendo negado, outras duas testemunhas corroboraram a acusação. O xingamento teria ocorrido ainda no primeiro tempo e a vítima veio procurar a polícia. Por isso nós agimos e fomos até o estádio convidar o Wellingtom Vero a vir prestar depoimento”, disse o delegado Alberto Teixeira.
Wellington Vero ficou marcado na Bahia quando era preparador físico do Vitória (trabalhava com Givanildo Oliveira) e bateu boca com uma torcedora rubro negra no aeroporto de Salvador, mandando-a voltar para casa e fazer feijão, atribuição de dona de casa. O fato causou revolta na torcida.