Depois de competir sozinha, atleta de tiro comemora inscrição de rivais na modalidade
Por Edimário Duplat
Foto: Reprodução
Única atiradora de alto nível na categoria de Skeet feminino, a brasileira Daniela Carraro é a atual campeã nacional e já tem vaga garantida para as Olimpíadas. Entretanto, a atleta tem outro motivo para comemorar: depois de disputar sozinha cinco etapas do Campeonato Brasileiro de 2014, Carraro terá competidoras na etapa de Caxias do Sul-RS do campeonato nacional, fato único na história deste esporte no país.
“Eu não ia participar dessa prova, mas decidi ir porque é uma coisa inédita. Atirar com mais brasileiras ao meu lado. Eu sinceramente nunca ouvi falar delas, são todas do Rio Grande do Sul mesmo, mas eu torço para que cada dia mais meninas se inscrevam” celebrou Daniela, que apesar de ter uma adversária recorrente na categoria, quase sempre disputa sozinha. “Existe uma atleta no Rio de Janeiro, Daniele Gedeon, que participa de algumas etapas. Mas ela vai quando pode, não está sempre. Então eu compito sozinha quase sempre, é uma situação estranha” confessa.
“Eu não ia participar dessa prova, mas decidi ir porque é uma coisa inédita. Atirar com mais brasileiras ao meu lado. Eu sinceramente nunca ouvi falar delas, são todas do Rio Grande do Sul mesmo, mas eu torço para que cada dia mais meninas se inscrevam” celebrou Daniela, que apesar de ter uma adversária recorrente na categoria, quase sempre disputa sozinha. “Existe uma atleta no Rio de Janeiro, Daniele Gedeon, que participa de algumas etapas. Mas ela vai quando pode, não está sempre. Então eu compito sozinha quase sempre, é uma situação estranha” confessa.
Ficando em 4º lugar no Campeonato das Américas, a atiradora lamenta que quase sempre defendo o Brasil sozinha em campeonatos internacionais, o que acaba por inibi-la para conhecer as cidades estrangeiras. “Como sempre disputo as provas sozinha no Brasil e, na América do Sul, são pouquíssimas as atletas que competem, nunca disputei uma final. Nunca tinha feito uma eliminatória completa e avançado para uma fase final. Foi uma experiência incrível” reiterou.
Com nove vagas no tiro esportivo, uma delas é separada para o skeet feminino. Entretanto, a CBTE quase tirou a vaga nesta modalidade. “Graças a Deus eles negaram. Eu tinha falado com a Confederação Brasileira para eles confiarem em mim, que eu ia voltar com tudo. Não confiaram muito, mas ainda bem que a federação internacional negou. Estou com bons resultados, estou firme para chegar bem em 2016”
Com nove vagas no tiro esportivo, uma delas é separada para o skeet feminino. Entretanto, a CBTE quase tirou a vaga nesta modalidade. “Graças a Deus eles negaram. Eu tinha falado com a Confederação Brasileira para eles confiarem em mim, que eu ia voltar com tudo. Não confiaram muito, mas ainda bem que a federação internacional negou. Estou com bons resultados, estou firme para chegar bem em 2016”
