Mesmo depois de corte, Dunga não descarta retorno de Maicon a Seleção Brasileira
Por Edimário Duplat
Foto: AFP
Logo após a vitória do Brasil sobre o Equador, em amistoso disputado na última terça-feira (9), nos Estados Unidos, o treinador Dunga afirmou que não fechou as portas da equipe para o lateral Maicon, cortado recentemente devido a “problemas internos” do atleta.
“Dói para mim como treinador, como jogador, tirar a chance de um atleta na Seleção. Às vezes, as coisas acontecem e a vida nos dá algumas respostas. Não podemos colocar nada como definitivo. Não sou eu que vou julgar um jogador de uma forma ou de outra. Todos nós temos sempre a segunda oportunidade. Eu não quero estar certo, eu quero ganhar. Aconteceu, estou no comando, tenho que tomar as decisões e o torcedor pode ter certeza que vamos tomar as melhores decisões para a Seleção. Respeito o Maicon como homem, como jogador. As portas não estão fechadas para nenhum jogador” confessou o comandante da seleção brasileira.
“Dói para mim como treinador, como jogador, tirar a chance de um atleta na Seleção. Às vezes, as coisas acontecem e a vida nos dá algumas respostas. Não podemos colocar nada como definitivo. Não sou eu que vou julgar um jogador de uma forma ou de outra. Todos nós temos sempre a segunda oportunidade. Eu não quero estar certo, eu quero ganhar. Aconteceu, estou no comando, tenho que tomar as decisões e o torcedor pode ter certeza que vamos tomar as melhores decisões para a Seleção. Respeito o Maicon como homem, como jogador. As portas não estão fechadas para nenhum jogador” confessou o comandante da seleção brasileira.
Mesmo com os problemas em relação ao atleta, Dunga classificou como boa a receptividade do elenco ao seu estilo de comando e a filosofia de trabalho a frente da equipe canarinho, onde o atleta dev e ter vontade de levar em prática o que é falado durante os jogos. “O que eu conversei com eles é que nossas atitudes falam mais alto do que qualquer outra palavra. Não adianta berrar se nossas atitudes não forem à altura. É no momento de dificuldade que a equipe cresce. A equipe que quer ganhar tem que saber sofrer, ter a humildade de correr. Foi positiva a forma como cada jogador aproveitou a oportunidade na Seleção. Olha como você começa a montar um time. O Gil entrou em campo fora de posição para jogar por dois minutos e estava sorrindo de orelha a orelha” comemorou.
