Antônio Lopes solta o verbo e diz que Seleção Brasileira de 2014 é a pior da história
Foto: Glauber Guerra / Bahia Notícias
Coordenador-técnico na campanha do pentacampeonato em 2002, Antônio Lopes vê o atual time canarinho como o pior da história.
"Eu acho que é pior até que a última seleção e que a de 2006, que também com o Parreira não conseguiu êxito. A do Dunga também não conseguiu. Mas ainda essas são melhores do que a atual. Você vê a seleção que eu participei em 2002, você via a diferença da qualidade daquele time", analisou, em entrevista ao Uol Esporte.
Para o ex-treinador do Vitória, a CBF e o futebol brasileiro precisa se restruturar após a derrota humilhante por 7 a 1 para a Alemanha na semifinal da Copa do Mundo. No entanto, ele acredita que Felipão não pode ser crucificado pelo vexame.
"Não podemos crucificar o treinador porque, dentro da minha ótica, o material humano é muito fraco. Estavam fazendo uma campanha muito abaixo do esperado, não havia perdido ainda só Deus sabe como. Mas o futebol brasileiro precisa ser reestruturado, a própria CBF precisa se reestruturar. Precisamos colocar na CBF mais profissionais do futebol para poder comandar o projeto", completou.
"Eu acho que é pior até que a última seleção e que a de 2006, que também com o Parreira não conseguiu êxito. A do Dunga também não conseguiu. Mas ainda essas são melhores do que a atual. Você vê a seleção que eu participei em 2002, você via a diferença da qualidade daquele time", analisou, em entrevista ao Uol Esporte.
Para o ex-treinador do Vitória, a CBF e o futebol brasileiro precisa se restruturar após a derrota humilhante por 7 a 1 para a Alemanha na semifinal da Copa do Mundo. No entanto, ele acredita que Felipão não pode ser crucificado pelo vexame.
"Não podemos crucificar o treinador porque, dentro da minha ótica, o material humano é muito fraco. Estavam fazendo uma campanha muito abaixo do esperado, não havia perdido ainda só Deus sabe como. Mas o futebol brasileiro precisa ser reestruturado, a própria CBF precisa se reestruturar. Precisamos colocar na CBF mais profissionais do futebol para poder comandar o projeto", completou.
