Felipão admite que, sem Hulk, a seleção perde taticamente
Por Felipe Santana
Foto: VIPCOMM
Hulk deixou a concentração da delegação do Brasil para realizar exames médicos, que não acusaram lesão muscular na coxa esquerda. Apesar da boa notícia, o treinador Luiz Felipe Scolari afirmou que só decidirá pela escalação do camisa 7 quando já estiver na Arena Castelão, local da partida contra o México nesta terça-feira (17), às 16h.
Segundo Felipão, a presença de Hulk será analisada por ele e membros do departamento médico.
“Vamos esperar o contexto total desta situação para avaliar amanhã antes do jogo”, comentou.
Segundo Felipão, a presença de Hulk será analisada por ele e membros do departamento médico.
“Vamos esperar o contexto total desta situação para avaliar amanhã antes do jogo”, comentou.
Sem Hulk, Felipão tem outras três opções: Ramires, William e Bernard. O comandante brasileiro rasgou elogios aos comandados considerados reservas, mas admitiu que não ter Hulk muda a estrutura tática do time.
Por outro lado, se optar por Ramires ou os outros dois, pode ganhar mais na marcação ou nos lances em velocidade.
“Se houver uma dificuldade com Hulk, perco o sistema total com o qual jogamos há muito tempo, com o jeito como ele vem se posicionando, tanto pelo lado direito quanto pelo lado esquerdo. Mas tenho jogadores com caraterísticas diferentes, que têm qualidades diferentes do Hulk, e podem acrescentar à equipe. Podem acrescentar mais velocidade, marcação mais forte”, analisou.
Por outro lado, se optar por Ramires ou os outros dois, pode ganhar mais na marcação ou nos lances em velocidade.
“Se houver uma dificuldade com Hulk, perco o sistema total com o qual jogamos há muito tempo, com o jeito como ele vem se posicionando, tanto pelo lado direito quanto pelo lado esquerdo. Mas tenho jogadores com caraterísticas diferentes, que têm qualidades diferentes do Hulk, e podem acrescentar à equipe. Podem acrescentar mais velocidade, marcação mais forte”, analisou.
