Seedorf diz que era feliz no Botafogo e critica jornalistas
Pouco mais de um mês após se aposentar e assumir como técnico do Milan, da Itália, Clarence Seedorf deu declarações curiosas em entrevista à Gazzetta dello Sport na nesta terça-feira (25). Além de criticar o comportamento dos jornalistas esportivos, o comandante do time italiano assumiu que era o que mais cobrava os companheiros enquanto foi jogador do Botafogo.
"No Brasil, eu era feliz, estava muito bem, era reconhecido pelo profissionalismo que muitos colegas não têm", alfineta Seedorf. "No Botafogo, por exemplo, eu era aquele que enchia o saco dos outros. Costumava aconselhar os jogadores a fazer isso e aquilo, algumas vezes eles ouviam e as coisas aconteciam, outras vezes não davam bola", revela.
"No Brasil, eu era feliz, estava muito bem, era reconhecido pelo profissionalismo que muitos colegas não têm", alfineta Seedorf. "No Botafogo, por exemplo, eu era aquele que enchia o saco dos outros. Costumava aconselhar os jogadores a fazer isso e aquilo, algumas vezes eles ouviam e as coisas aconteciam, outras vezes não davam bola", revela.
Seedorf ainda criticou o modo como os jornalistas enxergam as táticas ofensivas e revela não querer grandes inovações na formação do ataque.
"Vocês jornalistas são tão apaixonados por táticas e sistemas, falam disso por horas. Mas você sabe qual é a verdade? No futebol moderno há apenas sistemas para o jogo defensivo. No ataque há fluidez total, seis jogadores que movem e trocam de posição com frequência sem que haja um ponto de referência. Por isso, perguntas sobre o estilo de jogo me irritam", dispara o treinador milanista.
"Vocês jornalistas são tão apaixonados por táticas e sistemas, falam disso por horas. Mas você sabe qual é a verdade? No futebol moderno há apenas sistemas para o jogo defensivo. No ataque há fluidez total, seis jogadores que movem e trocam de posição com frequência sem que haja um ponto de referência. Por isso, perguntas sobre o estilo de jogo me irritam", dispara o treinador milanista.
