Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias Holofote
Você está em:
/
/
Esporte

Notícia

CBF cassa liminar da Justiça de São Paulo que devolve pontos ao Flamengo

CBF cassa liminar da Justiça de São Paulo que devolve pontos ao Flamengo
Escalação irregular de André Santos foi o que causou a perda de pontos
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) conseguiu nesta segunda-feira (20) cassar a liminar no Tribunal de Justiça de São Paulo que determinava a devolução dos quatro pontos ao Flamengo, ou seja, derrubava a decisão do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). 
A entidade máxima do futebol brasileiro entrou com um agravo de instrumento na semana passada e o parecer redigido pelo relator Dacio Tadeu Viviani Nicolau, da 3ª Câmara de Direito Privado, foi divulgado nesta segunda no site do TJ-SP. O processo que originou a liminar a favor do Flamengo foi aberto pelo advogado Luiz Paulo Pieruccetti Marques.
 
 O documento que invalida os efeitos da liminar a favor do Flamengo pende ao lado da ilegitimidade ativa dos torcedores ao entrar com ações em prol dos clubes, e não sendo os clubes os autores das próprias ações. A CBF usou como argumento as extinções de vários processos no mesmo TJ-SP que tiveram essa alegação.
 
Outro ponto destacado pela Justiça foi a preocupação com uma possível inviabilidade do Campeonato Brasileiro de 2014 por causa do tempo que a confusão nos Tribunais pode levar.
 
"Não se nega, ainda, a existência de risco de lesão irreparável ou de difícil reparação. Basta imaginar a possibilidade de ajuizamento de milhares de ações, por milhares de torcedores que se sintam prejudicados pela decisão do STJD, em cidades e Estados diferentes, com a obtenção de antecipações de tutela, por vezes conflitantes", escreveu o relator Viviani Nicolau, em seu despacho.