Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias Holofote
Você está em:
/
/
Esporte

Notícia

Seedorf descarta briga com Oswaldo e pede apoio da torcida do Botafogo

Seedorf descarta briga com Oswaldo e pede apoio da torcida do Botafogo
Foto: Daniel Ramalho / Terra
O Botafogo já esteve na liderança do Campeonato Brasileiro e hoje vê a vaga no G-4 ameaçada. Os últimos desempenhos do clube não agradaram os torcedores, que protestaram na volta do time ao Rio de Janeiro, nesta segunda-feira (11), após a derrota para o Inter no domingo (10). Diante deste turbilhão, Seedorf, considerado líder do grupo, concedeu uma entrevista coletiva e tentou minimizar a situação. A começar por um suposto desentendimento entre ele e o técnico Oswaldo de Oliveira.
 
“sso é uma declaração muito errada. Não aconteceu absolutamente nada. Vou repetir: o pessoal está sempre tentando criar algo em torno de mim e do Oswaldo. A nossa relação é muito boa, de grande respeito e cada um está no seu papel. Ele é ser humano excepcional e demostrou isso durante todo o ano que trabalhamos. Eu como jogador faço o meu papel. Já discutimos várias vezes sobre futebol. Discordamos claro, várias vezes, mas ele vai na frente. Ele decide", afirmou Seedorf.
 
Sobre o protesto dos torcedores, o holandês analisou a atitude como errada. Segundo Seedorf, os jogadores conversaram com o grupo que entendeu que o time está lutando para conseguir os resultados.
 
“Tivemos a oportunidade para conversar com eles. Falamos que no aeroporto a atitude deles foi errada. Mas depois foi bom, na conversa que tivemos aqui no estádio. Eles (torcedores) precisavam ter essa comunicação com a gente e desabafar. Esse grupo não merece ser criticado. Estamos precisando de apoio. Eles pediram a nossa entrega, mas sempre nos entregamos. A entrega foi o ano todo. Sabemos que eles têm medo de repetir o que já aconteceu no passado. Mas ponderaram que o nosso grupo não tem nada a ver com isso”, descreveu.