Pivô de 1º atrito, Ceni elogia Ney Franco, demitido, em nome do elenco são-paulino
Por Terra
Foto: Agência Estado
Líder do elenco são-paulino, o goleiro Rogério Ceni falou pelos demais jogadores na última conversa com Ney Franco, no CT da Barra Funda, nesta sexta-feira (6) à tarde. A despeito do atrito público que protagonizaram no ano passado, o goleiro foi elogioso ao treinador demitido.
- Foi uma despedida interessante, legal. Foi bom, para mim, sair ouvindo o Rogério enaltecer meu caráter e meu profissionalismo. Foi muito bom ver principalmente o capitão, que tem história no clube, se posicionar perante o grupo - disse.
Os perrengues de Ceni com Ney começaram em outubro do ano passado quando O goleiro tinha criado uma polêmica ao sugerir, com gestos e gritos, em direção à beira do campo a entrada do meia Cícero, em vez de Willian José, durante partida da Copa Sul-Americana. Não atendido, mostrou descontentamento e foi advertido publicamente por Ney Franco. No dia seguinte, o treinador reuniu o grupo e "redefiniu" o papel de cada um dentro do clube.
Os perrengues de Ceni com Ney começaram em outubro do ano passado quando O goleiro tinha criado uma polêmica ao sugerir, com gestos e gritos, em direção à beira do campo a entrada do meia Cícero, em vez de Willian José, durante partida da Copa Sul-Americana. Não atendido, mostrou descontentamento e foi advertido publicamente por Ney Franco. No dia seguinte, o treinador reuniu o grupo e "redefiniu" o papel de cada um dentro do clube.
Questionado sobre os episódios, Ney Franco disse que muito do que se noticiou no decorrer de seu trabalho era mentira.
- A gente até conversou sobre isso. Foi coisa de informante errado, e no grupo sempre tem dois ou três jogadores insatisfeitos. Qualquer probleminha, voltavam à história do Rogério, analisou e negou, por fim, mau relacionamento com o meia Ganso.
