Defensor pede o tombamento provisório de parques esportivos no Rio
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Um documento, assinado pelo defensor André Ordacgy, pede o tombamento provisório do Parque Aquático Júlio Delamare e do Estádio de Atletismo Célio de Barros. Essa é mais uma tentativa de impedir a demolição dos dois equipamentos esportivos, e foi protocolada na última terça-feira (30), através da Defensoria Pública da União em ofício ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), no Rio de Janeiro.
No mesmo dia, o Estado começou a derrubar a bilheteria e o centro de treinamento de saltos ornamentais Carlos Arthur Nuzman, localizados na entrada do Julio Delamare. No pedido de tombamento, a Defensoria cita os valores gastos com verbas públicas na última reforma dos parques, além do valor histórico das duas instalações.
Nas últimas semanas, o Ministério Público do Rio de Janeiro também vem tentando impedir a demolição. Numa primeira decisão, a Justiça chegou a atender o MP, mas a decisão foi revista na última sexta-feira (26), depois que o Estado e representantes da Fifa afirmaram em audiência ser impossível organizar as filas de entrada no Maracanã sem a demolição dos prédios.
O Ministério Público Federal também ingressou com pedido para impedir que a marquise e as arquibancadas do Maracanã fossem demolidas, mas também não tiveram sucesso.
