Carleto comemora: 'Estou vivendo o momento que eu esperava'
Foto: Divulgação
Titular do São Paulo, o lateral-esquerdo Carleto não esconde a satisfação pelo seu bom momento na equipe do Morumbi.
- Particularmente, o meu momento é bom, estou vivendo o momento que eu esperava, mas que foi adiado por muitas coisas. O momento do Carleto está sendo agora. É claro que eu trocaria esse momento pela campanha na Libertadores, que temos de melhorar. Estou muito contente, preciso estar mostrando, a concorrência aqui é muito grande, em todas as posições. Eu sei da responsabilidade e estou tentando representar da melhor maneira - declarou o jogador.
O camisa 16 mira o jogo contra o Atlético-MG na próxima quarta-feira (17), Morumbi, e afirma que o time tem de se concentrar tecnicamente e taticamente, mas, além disso, ter o lado psicológico bem trabalhado.
- É psicológico, temos de saber o que a gente tem de fazer. O professor deixou claro o que ele quer. A gente tenta fazer, [a vitória] não vem, às vezes vem. A gente criou essa situação, dentro de campo, jogando. A torcida vai vaiar, vai vir protestar. Não está tranquilo. Temos a responsabilidade enorme. A parte psicológica é a mais importante, dentro do campo, que a gente pode mudar isso – comentou.
- Particularmente, o meu momento é bom, estou vivendo o momento que eu esperava, mas que foi adiado por muitas coisas. O momento do Carleto está sendo agora. É claro que eu trocaria esse momento pela campanha na Libertadores, que temos de melhorar. Estou muito contente, preciso estar mostrando, a concorrência aqui é muito grande, em todas as posições. Eu sei da responsabilidade e estou tentando representar da melhor maneira - declarou o jogador.
O camisa 16 mira o jogo contra o Atlético-MG na próxima quarta-feira (17), Morumbi, e afirma que o time tem de se concentrar tecnicamente e taticamente, mas, além disso, ter o lado psicológico bem trabalhado.
- É psicológico, temos de saber o que a gente tem de fazer. O professor deixou claro o que ele quer. A gente tenta fazer, [a vitória] não vem, às vezes vem. A gente criou essa situação, dentro de campo, jogando. A torcida vai vaiar, vai vir protestar. Não está tranquilo. Temos a responsabilidade enorme. A parte psicológica é a mais importante, dentro do campo, que a gente pode mudar isso – comentou.
