Marin discutirá situação dos corinthianos presos na Bolívia
Foto: Mowa Press
José Maria Marin viaja nesta sexta-feira (5) para a Bolívia onde, no sábado, o Brasil faz um amistoso contra a seleção boliviana no Estádio Ramón Aquilera, em Santa Cruz de la Sierra.
Segundo nota publicada no site da CBF, o dirigente discutirá a situação dos torcedores brasileiros presos no país com Carlos Chaves, presidente da Federação Boliviana. O presidente acredita que a história está tomando caminhos preocupantes.
Confira a nota na íntegra:
O presidente Marin viaja na sexta para o país vizinho, e amigo, para acompanhar o amistoso entre os times dos dois países, no Estádio Ramón Aquilera, em Santa Cruz de la Sierra, no sábado às 16h30, horário de Brasília. O presidente Marin está preocupado com a situação dos torcedores brasileiros presos.
O presidente José Maria Marin considera que disparar o sinalizador foi uma irresponsabilidade dos brasileiros. E lamenta profundamente a morte do jovem Kevin. O presidente Marin gostaria também de visitar os familiares de Kevin e está tentando ver como isso seria possível, sempre com o apoio das autoridades esportivas bolivianas.
O presidente Marin acha que a história está tomando caminhos preocupantes. O relato do presidente da Comissão de Relação Exteriores do Senado, Senador Ricardo Ferraço, do PMDB-ES, que esteve no presídio, sobre as condições dos presos brasileiros, exige providências.
José Maria Marin elogia a iniciativa do Ministério da Justiça brasileiro que está atuando em favor dos brasileiros enviando informações às autoridades bolivianas.
O presidente Marin está trabalhando no sentindo de abolir de maneira radical o uso de sinalizadores em todas as atividades esportivas. Mas o presidente Marin concorda com a opinião da professora de direito da Universidade de São Paulo, Janaína Conceição Paschoal, advogada criminalista, publicada em artigo no jornal Folha de S. Paulo.
O presidente Marin acha que - como disse a professora no artigo - "a morte do rapaz pode, sim, ser considerada um homicídio; entretanto, trata-se de homicídio culposo (sem intenção) e é impossível admitir que 12 pessoas sejam infundadamente mantidas presas".
